Como olhar como uma menina

Como usar o olhar para atrair uma mulher. Mesmo que você possa usar o olhar para atrair uma mulher mesmo no ambiente de trabalho, por exemplo, onde o mais indicado é que se tenha um grande grau de discrição, e por isso o olhar vai trabalhar mais sozinho, às vezes, é preciso que ele tenha um aliado. Baixe estas Foto premium sobre Menina, olhar, através, um, lupa, e descubra mais de 5 Milhão de fotos de arquivo profissionais no Freepik Quando encontrar um rapaz digno de atenção e não souber como se aproximar, o primeiro passo é fazer contato visual. Posicione-se no campo de visão e direcione o olhar para o eleito. A ciência também já comprovou que um olhar bem trocado é capaz de acelerar o ritmo cardíaco e a atividade cerebral, além de elevar a temperatura corporal. Como Flertar com uma Menina. O fundamental ao flertar com uma menina é deixá-la saber que você está interessado sem ser muito exagerado. Você deve aprender como ser brincalhão e charmoso, e como evitar dar em cima dela diretamente. Se você... Nossa existência é transitória como as nuvens do outono. Observar o nascimento e a morte dos seres é como olhar os momentos da dança. A duração da vida é como o brilho de um relâmpago no céu, tal como uma torrente que se precipita montanha abaixo. Mirar uma pessoa do outro lado do salão a deixará intrigada. Tente tomar a iniciativa em vez de esperar. Procure sinais de que a pessoa está interessada em você e use essa oportunidade para chamar sua atenção. As pistas podem ser discretas, como olhar sutilmente em sua direção. Olá eu tenho uma dúvida,lá no meu trabalho onde eu faço o meu Estágio,tem uma garota,estagiária como eu,bem na hora da merenda,eu estou sentado com um bocado de gente,ela chega sorrindo com as colegas dela,e senta,a maioria das vezes eu percebo que ela fica me encarando de longe,mas depois de 1 ou 2 segundos eu desvio o olhar,timidez ou ... Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. A maneira de dela ser.Mais andriano como posso falar pra uma menina a olhar ela nos olhos sem deixar de olhar ela nos olhos o mesmo tempo oberservar ela? Responder. Adriano Moura 23 de dezembro de 2012. João, você precisa ser um bom observador, ouvinte e prestar muita atenção nas mulheres, está é uma característica que com o tempo vamos ...

Jornalismo literário. Será que vira?

2020.09.28 21:13 Samuel_Skrzybski Jornalismo literário. Será que vira?

Oi, amigos :)
Eu sei que esse sub não é exatamente lugar disso. Eu sei também que existem centenas de desabafos realmente sérios aqui e que merecem muito mais a sua atenção do que um mero pedido de feedback – e, aliás, sei também que tem gente aqui que detesta com toda a sua alma quando vem alguém aqui no desabafos fazer a tal "promoção pessoal". Mas não é isso. Eu tenho a mais triste certeza de que nenhum dos meus amigos ia ter o menor interesse e/ou paciência em ler o meu texto para me dar o famoso retorno – não exatamente pela falta do hábito da leitura, mas por me tratarem com uma ausência de seriedade quase que crônica. Então, bom. Acredito que eu tenha o meu espacinho aqui.
Vai, uma breve contextualização: eu faço jornalismo em uma estadual, estou no comecinho do segundo termo e tenho me apaixonado perdidamente pelo new journalism de Truman Capote & Gay Talese. Até aí, ok. Mas nem tudo são flores nessa lua de mel: quem conhece o nicho sabe que é um mercado difícil e extremamente específico, ainda mais aqui no Brasil. Ou seja, para arriscar toda uma carreira no jornalismo literário, não tem jeito: tem que saber fazer. E, é claro. É somente o meu primeiro ensaio no modelo diversional e não está tudo indo às mil maravilhas – longe disso. Mas eu queria muito saber de terceiros se levo jeito. Seria muito convencional ser o meu único crítico agora, nessa fase de protótipos, dizendo em ressonância "Samuel, você escreve muito, cara! Vai nessa que é sucesso" e quebrar a cara no futuro, no mercado, quando o bicho realmente pega. E aí seria, mais uma vez, muito convencional colocar a culpa nos outros. "Vocês não entendem a minha genialidade!". Já vi acontecer muito. Já aconteceu comigo.
Eu sei que a escrita é uma das minhas mais manifestas aptidões – caso não fosse, eu teria apostado as minhas fichas em uma engenharia ou nas ciências biológicas. O que eu quero descobrir é se consigo esqueletar uma narrativa verdadeiramente envolvente com o que eu escrevo. Quem faz ou manja um pouquinho de jornalismo sabe que no hard news o texto é quase que uma fórmula pronta a ser usada: da estrutura do lead, dos critérios de noticiabilidade, da pirâmide invertida, etc, etc etc. Mas para fazer jornalismo diversional é requisito mínimo ter alma de jornalista-escritor, não tem jeito.
Mais um pouco sobre a breve contextualização (risos): o que segue abaixo é um trechinho – a história completa seria uma Bíblia inteira e vocês certamente iam me jogar tomates nos comentários hahahaha – do meu primeiro projeto pessoal no jornalismo literário, que se chama "Do amor e suas amarras". A ideia central é falar acerca de um evento fantástico que tem acontecido comigo recentemente: o amor, de facto, pela primeira vez em meus 20 anos de vida. Uma paixão espalhafatosamente platônica por uma garota – também estudante de jornalismo, alguns semestres na minha frente – que está em um relacionamento sério já há 54 semanas, muito antes das nossas vidas se cruzarem. Mas antes de abordar as minhas primeiras impressões sobre esse sentimento estrambótico, arrasador e abstrato, eu quero passear por algumas histórias específicas que ilustram com fidelidade a personalidade dos quatro membros da minha família, com quem convivo desde sempre – incluindo eu –, de modo que um relato leve a outro até chegar, por fim, no meu amor incondicional e tosco pela menina.
A história condutora deste trechinho é factual, ela de fato aconteceu há cerca de doze ou treze anos no passado – "integralmente real, embora nem tudo seja verdadeiro". Escutei ela inúmeras vezes da minha mãe, a tal Nadia Saldanha – personagem principal da narrativa –, no decorrer da minha vida, sobre como ela "injustamente" foi chutada para fora da Pastoral da Família da tal Igreja de São Miguel Arcanjo.
O que eu quero são sugestões sobre pontos onde eu posso melhorar e críticas – críticas construtivas, pelo amor de Deus!
[Ah, a propósito, de antemão, eu já deixo uma pergunta: eu percebo que, em meus escritos, as frases sempre são exageradamente longas. Às vezes contruo parágrafos inteiros utilizando somente um ou dois pontos finais. Vocês acham que isso atrapalha muito a vida de quem lê? Ao ponto do leitor se perder no meio da frase e tal]
E, em especial, eu quero saber se vocês acham que é plausível para mim visualizar um futuro dentro do jornalismo literário. Não precisa ser uma resenha crítica estruturada, mega sofisticada. Pode ser um só um "Vai fundo, mano!" ou um "Ih, com todo o respeito, acho melhor tentar em outra área!".

p.s.1: Se algum colega jornalista aqui do sub quiser conversar sobre jornalismo literário, eu estou totalmente aberto. O processo de "apuração" e decupagem do jornalismo diversional é MUITO legal.
p.s.2: Eu coloquei nomes alternativos em cada personagem do meu texto. Digo, não somente nos personagens: a Igreja, o nome do bairro, a rodovia, a cidade, todos os elementos foram adaptados. Sei lá, a gente nunca sabe quando vamos ser reconhecidos por essas redes hahahahaha
p.s.3: Eu sei, eu sei, eu sei. O EscritoresBrasil seria o lugar ideal pra esse help. Mas a última thread de lá tem já os seus cinco meses. Eu literalmente iria falar com as paredes.
p.s.4: Perdão pela introdução exageradamente extensa. Eu me emociono!
p.s.5: Boa leitura! :)

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DO AMOR E SUAS AMARRAS.
Quando se ama, em verdade, muito mais do que se sabe – tem-se a mais pia e categórica certeza. Camões, decerto, não se valeu de qualquer recurso hiperbólico que fosse quando afirmou que amor é fogo. Fogo que arde e não se vê – e depois, onde não se queima, ao menos não no sentido literal e denotativo da palavra.
E quando o fogo consome, não há margem para dúvidas. O calor infernal, a cor alaranjada vivíssima, as cinzas e a fumaça tóxica se espalhando por todos os quatro cantos. Somente um ser inteiramente tresloucado poderia proferir a irrisória frase “Eu acho que minha casa está sendo consumida por chamas!”.
Da mesma forma, quando se ama, não há espaço para achismos.

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Quando eu tinha uma década e meia de vida, mantendo com rigor ímpar a tradição secular de minha família, passei a praticar ativamente a minha Fé católica. Meu nome, até então tão somente mencionado dentro do universo à parte do catolicismo em meio às intenções da Santa Missa – pela paz, saúde e prosperidade na Fé cristã de Samuel Skrzybski de Almeida Passos e João Vitor de Almeida Passos – ou como uma menção efêmera dos fiéis da Igreja de São Miguel Arcanjo ao falar dos laços familiares de Nadia Saldanha de Almeida Passos – mais precisamente, de seu filho primogênito –, passei a compor, com uma respeitável responsabilidade para com os assuntos celestes à despeito da pouca idade, o corpo de catequistas, de acólitos e de integrantes da Liturgia da Palavra da comunidade, além de me tornar figurinha carimbada nos eventos de caridade, de emancipação da Fé ou de Cura & Libertação promovidos pelo único templo católico do Jardim das Cerejeiras, bairro polarizado entre casarões e barracos, entre verdadeiros palacetes de ricaços que encontravam um simpático refúgio no interior quando o CO2 dos grandes centros sufocavam para além da conta e casebres dos que amargavam na penúria econômica extrema.

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Nadia Saldanha, mulher baixinha de 40 anos de idade mal vividos, os olhos verde-clarinho, os cabelos loiros, quebradiços e maltratados e a estatura naturalmente retraída, era uma leiga dentro da comunidade Católica Apostólica Romana – no entanto, amplamente conhecida e reconhecida pelos outros fiéis da São Miguel Arcanjo, máxime pelos de longa data. Com pontualidade inexorável, Nadia com frequência chegava na Igreja trinta minutos antes do início da Santa Missa, junto do marido e dos dois filhos, para participar da maçante reza do Terço das Lágrimas de Sangue de Nossa Senhora Rosa Mística e somente deixava as instalações sagradas quinze minutos depois do último Amém do sacerdote, literalmente no apagar das lâmpadas, ajoelhada no genuflexório com os olhos muito bem fechados e com a cabeça ligeiramente encostada no banco da frente em sinal de penitência, na companhia unicamente dos siriris desnorteados pela escuridão e de uma ou outra senhorinha – e do Santíssimo, é claro – entre agradecimentos, lamúrias e pedidos em uma linha direta com o Divino.
Casada há quase vinte ciclos com Samuel Alves Passos, Nadia Saldanha certamente não se mantinha como leiga meramente por vontade própria. Há cerca de dez anos no passado, foi uma das mais dedicadas mulheres a marcar presença na Pastoral da Família da Igreja de São Miguel Arcanjo – ala da comunidade criada e integrada exclusivamente por mulheres que não mediam esforços em uma cruzada enérgica e venerável contra a mortalidade infantil, em especial, em favor das crianças pobres do Jardim das Cerejeiras. De certo, dezenas de meninos e meninas miseráveis não tiveram o seu direito mínimo de viver negado por intervenção da arrecadação constante e distribuição em massa de latas de 400g de leite em pó e da pesagem semanal dos gaiatos nas instalações da Igreja, em um consórcio com o Posto de Saúde Municipal do bairro. Na Pastoral, entre conversas, a sério, necessárias para o alinhamento do grupo de atuação e frívolas rodas de fofoca, Nadia trazia na ponta da língua, sempre afiada, tudo o que os mais reacionários e fundamentalistas membros do catolicismo queriam ouvir, em um momento onde a luta por direitos civis das minorias começavam a efervescer de fato no seio da sociedade brasileira.
– Esses boiolões, filhos do Tinhoso! Não respeitam ninguém! Querem destruir o sonho de Deus, que é a família!
O discurso, com o passar dos anos, não arrefeceu. Ao contrário: os bramidos de Nadia Saldanha se lançavam cada vez mais aos extremos conforme as pautas da bandeira arco-íris emplacavam nas casas legislativas federais, estaduais e, a priori, no debate público. E até mesmo os católicos mais conservadores da Igreja de São Miguel Arcanjo assimilaram o movimento: já não se podia pregar a morte aos degenerados em meio aos sermões clericais sem parecer extravagante demais. Enfim, a ficha caiu: a Idade das Trevas já havia ficado para trás e agora tão só era palpável nos livros de história. Em ambientes privados, como já era de praxe, as irmãs em Cristo de Nadia seguiam proferindo e proliferando as mais inadmissíveis e desumanas manifestações de ódio, imaginando um mundo utópico onde a decapitação de homossexuais fosse via de regra e as mulheres se colocassem em seu devido lugar com roupas mais decentes – estranhamente, ao que parece nenhuma delas teve o insight de mudar-se ao Irã e se converter ao Islão jihadista, para que tivesse os seus mais asquerosos desejos concretizados. Em espaços públicos, entretanto, os discursos terroristas se reduziram a uma antipatia repleta de frases ditas somente até a metade, embebidas em raiva e rancor por detrás. Nadia Saldanha foi na contramão.
– Esses viadões desgraçados! O mundo está perdido mesmo, é o fim dos tempos! Mas o que é deles está guardado por Deus, você pode ter certeza. Não há frescura que um tiro na cabeça ou uma facada nas costas não resolva na hora. Bom samaritano é aquele que adianta o trabalho do Pai e envia as obras do Chifrudo de volta para Ele, onde haverá choro e ranger de dentes!
Foi risível. Foi uma piada pronta. E foi, sobretudo, ridículo. Mas a Igreja Católica, ainda tão intransigível quanto ao seu repúdio e rechaço às bandeiras e às práticas dentro e fora das quatro paredes dos LGBTQI+, viu a urgência de afastar Nadia Saldanha das atividades de caridade eclesiásticas justamente em seu ódio descontrolado pelos integrantes daquela comunidade que tantos outros católicos também odiavam em segredo com todas as suas forças. O pecado, decerto, não era a homofobia. Durante os intermináveis instantes de chilique contra os gays, as lésbicas e “os homens que viram mulher e as mulheres que viram homem” de Nadia nas reuniões de quinta-feira da Pastoral da Família, arranjada em uma salinha 8x8 lúgubre nos fundos das dependências da Igreja de São Miguel Arcanjo, não havia uma sílaba de objeção por parte das colegas de Pastoral de Nadia Saldanha. Longe disso: em cada um de seus discursos travestida de Silas Malafaia ou de Marco Feliciano, Nadia não mais que recebia tímidas concordâncias com a cabeça de sua plateia, carregada de constrangimento por não se sentir no direito de se unir a ela e fazer coro à sua fala doentia. O pecado, com efeito, era escrachar para quem quisesse ver que corridos dois milênios depois de sua fundação sobre a Pedra de São Pedro, a Igreja Católica estava mais arcaica do que nunca e tão intolerante como sempre.
Valentina Martinez era uma mulher de 51 anos que se vestia como se fosse ao menos três décadas mais velha. As saias imensas que iam até os pés estampadas em um florido fosco, os sapatinhos fechados sem cadarço, a jaqueta de couro reles em um tom de marrom esquisito que destoava totalmente dos vários azuis da saia. O cabelo, preso dia e noite, acentuava alguns vários fios brancos no rabo de cavalo. De voz aguda e encolerizante, era praticamente consenso entre cada morador do Jardim das Cerejeiras que tivesse conhecimento da figura que Valentina, muito diferente de Nadia Saldanha – uma de suas companheiras de Fé mais íntimas –, era desmedidamente extrovertida. Era parte da rotina de Valentina Martinez cantar e dançar louvores fora de hora e fazer as mais embaraçosas brincadeiras, por pura e genuína inocência, também fora de hora, afora o irritante e incorrigível hábito de se comunicar quase sempre à distância – o primeiro estridente “OIEEE!” de Valentina podia sair, a plenos pulmões, quando esta estivesse a trinta metros ou mais de seu interlocutor. Esposa já há duas boas décadas de Samuel Rodrigues, o Samuquinha, caminhoneiro que sempre estava em algum lugar entre São Paulo e Santa Catarina, menos em casa, e mãe virtualmente solteira de um rapazinho de onze anos, que tinha o mesmo nome e apelido do pai, Valentina, como toda mulher prendada daquele bairro católico, era uma exímia dona de casa. E foram as curtas conversas corriqueiras sobre afazeres do lar, sobre qual marca de removedor de manchas era mais eficiente para tirar a gordura das camisetas, e o credo na religião católica praticado ao menos três dias por semana dentro da Comunidade São Miguel Arcanjo que cruzaram os caminhos de Valentina Martinez e Nadia Saldanha assim que a primeira chegou ao bairro do extremo norte de Cubatão – o último antes da Rodovia Cônego Rangoni que leva até Santo André, cidade vizinha e mais famosa. E foi trabalho de Valentina, determinado pelo Comitê de Ética da Pastoral da Família, recém-formado para discutir a questão de Nadia e recém-dissolvido porque simplesmente não havia mais utilidade para ele dentro da Pastoral, comunicar Nadia Saldanha de seu “merecido descanso” – termo gentil e criativo que inventaram para cambiar “expulsão sem honras” – de seus ofícios na Pastoral da Família sem aviso prévio, sem chance de reconciliação, sem “choro ou ranger de dentes”.
Era o início de mais uma tarde de segunda-feira tórrida e feia em Cubatão – daquelas sem uma única nuvem no céu, que cegam a vista de quem ouse levantar os olhos. Nadia Saldanha estava dentro da Igreja, no presbitério, lustrando com todo o cuidado e capricho do mundo o Altar Sagrado, que detinha o segundo metro cúbico mais sagrado da Comunidade São Miguel Arcanjo – ficando atrás unicamente do Sacrário, onde Cristo se fazia presente como um vigia infindável. Foi quando Valentina Martinez respirou fundo e partiu para a hora da verdade. Se aproximou lentamente do Altar, sem chamar a atenção de Nadia – e ainda que tivesse se aproximado como era do seu feitio, aos berros, Nadia certamente não teria desviado a sua concentração e foco da tarefa sacra que realizara. Posicionada alguns poucos centímetros atrás do degrauzinho do presbitério, Valentina puxou o único assunto que tinha a mais plena certeza que ia prender integralmente a atenção de Nadia Saldanha.
– Ô, Ná! Você não sabe. Hoje de manhã eu fui levar o Samuquinha na escola e na volta eu me deparei com uma visão do inferno. Primeiro eu achei que era um casal. Olhei, olhei de novo. E aí eu percebi que eram duas meninas, de mãos dadas! E duas meninas tão bonitas, Ná. Ô, judiação!
– É, esse mundo está perdido – respondeu Nadia, sempre falando mais para dentro do que para fora e com um sotaque caipira mais puxado do que a média dos munícipes de Cubatão – O que é certo está errado e o que é errado está certo.
– E até lei elas têm agora, você viu? As sapatões. Se uma puxa o cabelo da outra, taca-lhe Maria da Penha nela! Estão ficando chiques! – Valentina Martinez falava com um sotaque interiorano ainda mais puxado do que a média dos que falavam com o sotaque caipira mais puxado que os demais cubatenses.
– Brasil! – e fez um som em deboche sem abrir a boca – País ateu!
– É Ná, parece que agora a gente vai ter que dar uma colherzinha de chá para elas, né?
– Colherzinha de chá?
– Evitar falar muito. Pode dar problema, você sabe...
O Altar Sagrado já estava mais que lustrado, mas Nadia Saldanha continuava indo com a flanela para lá e para cá no mármore. Depois de dois ou três minutos de silêncio constrangedor, Nadia retorquiu, ríspida, como se tivesse usado o meio tempo para formular a resposta.
– Talvez Deus também tivesse que ter dado uma colherzinha de chá para o Chifrudo no Paraíso...
– Que pecado! Ô, Ná!
– Pecado é querer tratar aberração como se fosse gente como a gente – sempre com um ar de deboche intragável na voz.
– Ná, os tempos são outros, as coisas mudaram – replicou Valentina, com a voz nervosa e atropelando suas próprias palavras na fala – A gente vai ter que aprender a conviver, eles estão ganhando espaço. Contanto que fiquem bem longe de mim e do Samuquinha, por mim está tudo bem.
– Essas Marias-João são a oitava praga do Egito. É a Nova Ordem Mundial, os Illuminatis. Tem dedo dos Senhores do Mundo aí, você pode ter certeza. Agora na Globo sempre tem uma bichinha nas novelas para influenciar os meus filhos a abandonar a família para morar com viadão por aí. Se não cortar o mal pela raiz, eles vão dominar tudo. É isso o que você quer, Valentina? A vinda do anticristo?
– Meu Senhorzinho do Céu que me livre!
– O mundo é o mundo. Casa de Deus é Casa de Deus. Se essas frescuras começarem a entrar aqui dentro da Igreja, eu prefiro comungar com um Ministro em casa.
– Era sobre isso que eu estava conversando com as comadres da Pastoral...
– O quê?
A pergunta desprevenida fez eco em cada um dos cantos da Igreja de São Miguel Arcanjo, do Sacrário à entrada aberta. Valentina já não se via em condições de explicar mais uma sílaba que fosse. Graças à oratória desastrada de Valentina Martinez e também à sua própria personalidade paranoide, Nadia Saldanha havia assimilado em sua mente distorcida que ela estava sendo escorraçada não apenas da Pastoral da Família, mas da São Miguel Arcanjo como um todo. Outrossim, também compreendeu que estava sendo banida não por seu radicalismo exacerbado e nocivo, mas por não ser complacente com a tal Agenda Gay. Mais dois minutos de silêncio constrangedor se seguiram. Até que Nadia, em um movimento rápido e imprevisível, pegou o balde cheio de água suja até a metade que estava manejando na faxina do interior da Igreja e atirou contra Valentina, que somente conseguiu desviar da água e do balde por um reflexo tão improvável que parecia ter sido obra autêntica da Divina Providência.
O que se seguiu foi um cenário manicomial. Nadia Saldanha berrava aos sete ventos, urrava feito um bicho, mas suas palavras e frases não seguiam uma linearidade – parecia ser algo sobre “Deus”, “Chifrudo”, “desgraçados” e “merda” – de modo que se tornava humanamente impossível entender o que Nadia queria dizer, posto que também já não falava – balbuciava fonemas rugindo, como uma criança raivosa em processo de alfabetização ou como se estivesse sob influência direta da Legião dos geraseno. Ademais, qualquer objeto ao alcance de Nadia Saldanha, sagrado ou não, se tornava perigosamente jogável. Galhetas, cálices, âmbulas – felizmente vazias. O arremesso, muitas vezes, era feito à deriva, não necessariamente contra Valentina, entre gritos cada vez mais ardidos, como se pelo simples prazer de quebrar as galhetas feitas em vidro. Os brados bestiais de Nadia, as súplicas desesperadas de Valentina Martinez – “Nadinha! Nadinha!” – e os estilhaços violentos contra o chão atraíram para dentro da Igreja as outras demais integrantes da Pastoral da Família, que estavam em vigília na comunidade naquele começo de semana. Ali, naquela guerra funesta diante do olhar, seguramente, de tristeza e reprovação do Corpo de Cristo no Sacrário e do chão coberto por uma mistura de cacos de vidro, vinho e água, todas as sete mulheres com as camisetas brancas e verde-floresta da Pastoral da Família formaram um círculo em volta do presbitério e, por conseguinte, em volta de Nadia Saldanha, como se estivessem lidando com um animal selvagem indomável, rosnando e prestes a avançar. Quando o animal finalmente avançou, na confusão, entre tapas e empurrões, Benedita, reconhecida pelas mais próximas como Tia Ditinha, a mais corpulenta mulher – quase senhora – de toda a Pastoral, contrariando o seu cognome no diminutivo, conseguiu agarrar Nadia pelas costas, como se estivesse prendendo-a em uma camisa de força, tremendo da cabeça aos pés como se a temperatura ambiente tivesse alcançado números negativos pela primeira vez na história da ardente cidadezinha de Cubatão.
Depois da fatídica e inesquecível segunda-feira no presbitério da Igreja de São Miguel Arcanjo, Nadia Saldanha se afastou completamente da Pastoral da Família, de suas atividades espirituais e, quem sabe, até de si mesma. O ocorrido não se espalhou ao ponto de chegar até todos os ouvidos dos fiéis, mas sem dúvida correu pela Comunidade São Miguel Arcanjo mais do que Nadia gostaria. Nunca mais se avistou ou teve notícias da mulher ou do marido, Samuel Alves. Nunca mais se viu Nadia, em seus pouco mais do que 1,60m, prostrada nos genuflexórios da Igreja após encerrada a Santa Missa de sábado. As línguas velozes dos mais mexeriqueiros chegavam a afirmar, com certo grau de convicção, que ela havia aderido ao protestantismo depois do trágico episódio. A Igreja Evangélica começava a imergir e a ganhar força dentro do Jardim das Cerejeiras, ao construir as suas ainda pequenas assembleias no bairro e ao cooptar alguns fiéis católicos – tanto foi que o Padre Machado, homem de meia-idade e de rosto gordinho e simpático, sacerdote responsável pela São Miguel Arcanjo, já virava todo o seu arsenal de críticas ácidas e de reprovação aos crentes em seus sermões que dividiam a Santa Missa.
– Usurpadores da Fé católica! Estelionatários de quinta categoria! Blasfemadores! Vivem de calúnias e difamações contra a Virgem Maria!
Até que, em um fim de tarde de um sábado de abril, avistou-se finalmente Nadia Saldanha ao pé da entrada da Igreja de São Miguel Arcanjo, cinco minutos antes do rito de entrada da Santa Missa – a mulher nunca mais voltaria a ter o hábito de rezar o terço antes da Celebração – e cinco meses seguidos depois daquela tarde de estilhaços e prejuízos. Estava ao lado do marido extremamente alto, ao menos para ela, e com sua expressão corporal de sempre, que denunciava sem rodeios a sua timidez excessiva e seus sentimentos de inferioridade. Apareceu, além do mais, sem os filhos em seu retorno – queria se certificar primeiro que não haviam trocado a imagem de São José pela de outra mulher ao lado de Maria de Nazaré e que não haviam hasteado uma bandeira violeta, anil, verde, azul, laranja & vermelho no lugar do Círio Pascal.
Nadia Saldanha continuou, afinal, marcando presença nas Celebrações da Igreja de segunda, quarta e sábado, dia do Senhor. Sempre no mesmo lugar, no penúltimo banco de madeira em verniz da fileira direita da Comunidade São Miguel Arcanjo. À direita, os dois filhos, Samuel e João. À esquerda, o esposo, Samuel Alves.

***

Se você chegou até aqui: por favor, bebe um copa d'água cheio, sai pra respirar um pouquinho. Eu sei o quanto a leitura demorou.
Obrigado por ler. De coração! :)
Não é todo dia que se interessam pelos meus escritos hahahaha.
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2020.09.28 04:07 bocadinhas Comportamento emocional/"sexual"estranho Ou sla

Alguém me julga pfv
Eu me considero lésbica... Porém tô no armário Moro com família ainda e tals
Sempre me considerei lésbica Por diversos motivos Tanto que minha primeira vez foi com mulher E muito difícil ter atração por homem Isso tipo n acontece msm
Porém Ano passado Meu pai ( q dizia que eu me sentia assim por q nunca tinha me permitido provar homem ) me aconselhou a tentar me " conectar " com algum rapaz Eu de mente aberta ( e porque uma menina tinha ferrado meu coraçãokkkk) tentei conhecer um rapaz Ele era meu amigo a um tempo e queria namorar cmg e aí eu tentei Enfim foi horrível Eu peguei ranço dele Não sentia nada Porem Me " forcei " a ficar com eles todas a vezes q ficamos Pra ver se eu conseguia mudar meu mindset Porem não consegui Hoje toda vez que penso ou só de ver o nome dele Me da um ranço Me da um nojo de mim Fora do normal Parece q sla ...foi horrível!!! Me da agonia Nosso primeiro beijo eu vomitei ( história real) Nunca dormimos juntos Eu não consegui Mas as vezes vem essa sensação do nada sabe ... Como de quando vc tá tendo pesadelo Essa sensação dele Me beijando E me da um ranço estranho q eu chego a questionar Do significado disso ( qual significado disso ) Bom eu disse que seria estranho N sei qual sentimento é N sinto atração por ele Nos beijamos algumas outras vezes depois do primeiro beijo ....bom quando ele me beijava das outras vezes q eu me permitir fzr isso eu imaginava uma menina e aí ficava excitad ...( eu sei q isso foi errado como uma impressão de usar ele porem eu expliquei toda a situação pra ele de mim q eu não era apaixonada por ele antes de começarmos e q eu ia tentar gostar dele e ele aceitou porem não rolou ) Terminamos Depois disso não fiquei com nenhuma menina tb Mas sabe quando vc questiona sua sexualidade ? Porem eu sei que eu não consigo me conectar emocionalmente com homem ( como eu disse por diversos motivos ) e "'sexualmente"' eu precisava tipo fazer um ritual pra conseguir ficar com ele não fluía Porem eu consegui manter esse " namorAmizade" por 10 meses
Meu pai diz q ele era o cara errado que eu precisava tentar com outro Que eu posso conhecer um que iria me fazer sorrir e cuidar e etc Eu disse pro meu pai que minha relação com ele só provou que eu não curto homem Porem meu pai disse que eu devia tentar outro Mas eu acredito na minha sexualidade Só que quando meu pai falou isso Eu meio que duvidei Ficou tipo na minha cabeça " sera q meu pai tem razão??? Será q só não ocorreu pq ele era o cara errado ou é realmente isso msm eu sou lesbica "
PS.quando eu digo que eu me considero les; Um exemplo banal E pq tipo e muiiiito difícil Na rua por ex Eu olhar ou flertsr com homem Na realidade eu nunca olho ou percebo isso Embora tipo meus irmãos percebem meu pai tb quando um carinha me olha Agora mulher eu percebo Porra as mulheres são muito lindas vsf
Enfim e isso mano Sla se isso foi pra ser julgada ou desabafo
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2020.09.28 02:48 Informal-Violinist-2 Medo de chamar ela e receber um não

Oi, eu to com um problema e vim aqui desabafar e, quem sabe, ter alguma direção sobre isso.
Eu sou apaixonado em uma menina que trabalha no mercado próximo ao da minha casa. Eu vou ao mercado praticamente todos os dias e sempre eu vejo que ela está lá. A gente sempre tem uma troca de olhares mas eu não sei se ela tem algum interesse ou não, não consegui identificar isso nela. Certo dia eu tinha mandado um -Oi- no messenger do facebook, ela nem fez questão de visualizar, e semana passada eu havia bebido um pouco e mandei isso pra ela: - Nossa cagou pra mim - e ela respondeu: - Oi - e depois eu mandei: - Nossa KKKKK - e acabou aí, ela visualizou e eu não dei continuidade. Hoje bateu uma bad foda aqui, sozinho e sem falar com ninguém, vendo séries o dia inteiro, então pensei em chamar ela novamente, mas tenho medo dela só cagar pra mim novamente e o pior é ir no mercado quase todos os dias e ela estar lá, me ver e rir da minha cara. Eu precisava desabafar isso e gostaria de pedir a opinião de alguém que queira comentar. Vale apena tentar continuar a conversa? Como eu disse, não sei se ela tem interesse, mas eu sei que ela me observa quando vou ao trabalho dela.
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2020.09.22 21:25 hiroshibear O namorado de minha amada.

O título é interessante e por vezes pode ilustrar algo cômico. A situação na totalidade é confusa, complexa e cansativa, o que me fez repensar e evitar postar algo aqui durante um bom tempo.
Contudo nós cansamos, ficamos exaustos e precisamos absorver e observar com opiniões de outrem, que felizmente, não estão envolvidos e não possuem vínculos com nenhum dos citados aqui.
Conheço uma menina fazem alguns anos, nós sempre conversamos e tivemos uma relação interessantíssima. Ela é uma daquelas meninas que gostam de arte, de literatura, poesia e de estar em situações que liberam a adrenalina em seu estado mais puro.
Ela me contou que estava namorando e que estava feliz com isso. Prontamente desejei meus votos sinceros para o amor que continha a sua iniciação a partir daquele ponto.
Nós continuamos conversando, trocamos mensagens e saímos para tomar umas bebidas, entretanto sem malícia alguma, apenas na amizade mesmo. Éramos acompanhados por outros amigos e a nossa relação enquanto amizade estava intensa e belíssima. A realidade é que sou apaixonado por ela.
Cerca de alguns meses atrás, a recebi em minha casa, chorando e sem entender absolutamente nada. Os braços dela estavam machucados e ela estava com um olhar pesado, como de quem havia chorado muito e só gostaria de relaxar um pouco. A propósito, pouco a pouco as peças foram se encaixando e entendi a situação.
Fran estava sofrendo com ameaças, abusos emocionais e, em específico naquela noite, com uma agressão verbal e física. Ver ela daquela maneira corrompeu um pedaço de meu sentimento e chorei junto a ela.
Prontamente me coloquei a favor dela, deixando-me a sua total disposição, conversando e dando todo o suporte emocional que fosse necessário.
Fran me disse que iria terminar com ele na noite seguinte, por mensagem e que estava com medo de sofrer com represálias de amigos e parentes, além do medo de ocorrer ataques e perseguição vinda do Guilherme, que é o atual ex namorado dela, pasmem.
Estava exaltado, queria correr atrás dele enquanto precisava dar suporte e carinho para ela. Sou um homem que segue o lado racional, portanto, ela me mostrou todos os machucados e eu fiquei fazendo os curativos nela.
Quando eram por volta de três e meia da manhã, a chamei para ir dormir, e nós fomos. Ela tentou me beijar e eu recusei em respeito aos votos de fidelidade ao atual relacionamento.
Disse para ela que, caso quisesse ficar comigo, que teria que terminar o relacionamento primeiro. E que isso, embora ele possa até merecer, é algo injusto e que não cabe a mim. Fran concordou e se deitou ao meu lado para dormir.
Noutro dia tudo correu bem, ela terminou e me contou pessoalmente. A notícia se espalhou até que rapidamente, visto que nós moramos próximos de nossos amigos e somos quase que vizinhos um do outro.
Eu e Fran ficamos algumas vezes, transamos, trocamos cartinhas e todas as coisas fofas que vocês podem imaginar. Até chegarmos no estágio de anteontem.
Anteontem nós estávamos conversando sobre o futuro, e ela gradualmente foi me revelando suas inseguranças e seus planos. Me confessei para ela, disse tudo o que eu sentia, disse o quanto eu a amava e o quão seria bom ter ela todos os dias.
Fui retribuído, embora não fosse da forma que eu tenha pensado que ela faria. Acredito que a vergonha e a sinceridade da situação acabou ocasionando isso.
Agora, cá estou eu, pensando em como pedir Fran em namoro. Ela é uma menina bela, e eu a amo, amo o suficiente para querer ficar com ela durante toda a minha vida. O problema é que, assim que a pandemia acabar, ficarei mais distante fisicamente, pois terei que me mudar.
Ficarei um ano fora para resolver questões de família e ela poderia ir comigo caso pudesse e quisesse. Acredito que querer pode até ser que sim, todavia ela ainda está com certa dependência ao trabalho e ajuda a cuidar da mãe que está doente.
O que vocês fariam, amigos?
Fraternalmente, Anônimo do Reddit.
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2020.09.19 13:05 EddieCrispo18 Tamanho do pênis / Insatisfação [H25]

Não me sinto satisfeito com o tamanho do meu pênis.
Mesmo minhas parceiras nunca terem reclamado (pelo menos nunca fiquei sabendo rs) fico com a auto estima baixa quando penso se elas não acham nada demais na hora da penetração.
Nunca se impressionam quando vê ele, e até onde sei isso significa que não interessou muito, tipo, méh.
Aí eu já penso que comparado aos parceiros/namorados anteriores, sempre sou o menor. E que não vão se sentir tão 'preenchidas' como antes.
Já perguntei uma vez o que uma parceira achava do meu pau, disse que achava grande, mas como gostava muito de mim tenho certeza que dizia isso pra não me magoar (além do mais, quem falaria na cara que é pequeno né rs). E tipo, ouvir 'não acho pequeno' também é muito diferente de ouvir que seu pau é grande ou ouvir que é um dos maiores que já viu, etc.. Muitas coisas davam a entender que os anteriores dela eram maiores, e isso me chateia e muito porquê ela já viu que está com algo pior e vai ter que se contentar com isso se quiser continuar comigo. Talvez ainda desejando/lembrando como era diferente e melhor com o ex.
Mesma coisa de alguma menina perguntar se acha ela bonita/gostosa e responder 'não acho vc feia'.
Acharia legal ouvir elogios, porque gosto de elogiar muito. Não queria que ficassem comigo só porque me acham um cara legal, mas também porque sentem tesão comigo e gostem do meu pau. Tipo, não quero que fiquem por piedade nem por dó.
As meninas, vocês já foram questionadas sobre o tamanho de algum parceiro? Vocês mentem para não magoar? Se seu parceiro anterior era maior, sentem que a sensação é diferente/menos preenchida? Ou até mesmo só o visual já dá menos prazer de olhar um pequeno vs um grande?
As vezes me sinto menos masculino por causa disso (sei que é errado, que não tem nada a ver). Já pensei em nunca ficar com ninguém por causa disso.
Sinto medo de alguma espalhar sobre meu tamanho e vire piada depois (acho que não saberia lidar com uma situação dessas).
As meninas, vocês costumam falar com amigas sobre tamanho de algum cara que vocês estão realmente gostando? (Sobre sexo casual creio que sim né).
Aos homens, como lidam com essa situação? Não digo a respeito de compensar nas outras coisas, isso é óbvio, na verdade independentemente do tamanho tem que ser tudo muito bem feito.
Queria me sentir satisfeito e seguro com meu tamanho, o que posso fazer para melhorar nessa questão?
*Assisto porn desde os 10 anos; perdi a virgindade beem tarde; tive pouquíssimas parceiras até hoje.
**Se fosse pra escolher prefiria que elas sentissem 100% de prazer e eu 0% do que 50%/50% ou 0%/100%. Se fosse pra escolher prefiria que elas sempre gozassem e eu nunca gozesse. (Sim, o sexo tem que ser ótimo para os dois, óbvio, estou dizendo que se fosse pra escolher, sempre preferiria proporcionar do que receber.. me sentiria bem melhor).
***Se financeiramente fosse alcançável pra mim fazer bioplastia com ácido hialurônico/células de gordura, faria sem pensar 2x.
****Caso alguém quiser fotos/vídeos para analisar DE VERDADE o que acham do tamanho, me mandem mensagem privada. Ficaria agradecido em saber opiniões VERDADEIRAS sobre o meu tamanho, me ajudaria mesmo. Até pra saber se não exagero sobre tudo isso que disse acima.
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2020.09.17 03:26 bielravoso "terminei" com ela, e eu me arrependo todo santo dia

Bom, mais ou menos em setembro de 2019 eu comecei a falar com essa menina, e acontecia que nos dois gostávamos um do outro então,meio que depois de alguns meses conversando nos decidimos ficar sério, mas nunca chegamos a namorar já que ela tinha medo da forma como os pais dela iriam reagir e ela tbm dizia que queria ficar nos estudos agora, e isso sempre me incomodou um pouco mas como gostava muito dela eu nunca fui de dar muita importância pra isso, pra mim só de saber que ela gostava de mim e que nos estavamos em uma espécie de relacionamento já era mais que o suficiente e sinceramente era só oq eu precisava, e tudo estava indo ótimo, nos estavamos conversando bastante e embora tenhamos todos poucos momentos só nossos esses momentos foram um dos melhores da minha vida, e tão nós tivemos nossas férias de dezembro e aí os problemas já começaram a surgir pois quando as férias acabassem ela não teria que trocar de escola, e como a escola era o único lugar em nós conseguíamos nós ver aquilo me deixou meio pra baixo, lembro que quando as aulas voltaram lembro de muitos momentos onde eu sentia extrema sdd dela mas infelizmente não havia nada que eu podia fazer, nós ainda estávamos juntos e estávamos conversando até que bastante por mensagem, porém a distância era algo que me incomodava muito, e eu sempre tentei encontrar um jeito pra que nós podessemos nos encontrar, e finalmente quando nos tínhamos encontrado o jeito perfeito essa merda dessa pandemia veio. Basicamente essa pandemia acabou mechendo com ela aparentemente, e ela constantemente sumia do WhatsApp e não falava comigo, porém quando ia olhar o Twitter ela estava lá sempre falando, sobre literalmente tudo e me incomodava que ela só começava a me ignorar então depois de um tempo decidi perguntar se ela ainda gostava de mim, e no fim da história acabamos terminando, e sinceramente eu me arrependo de termos terminado, agora eu me sinto mais sozinho do que nunca, e toda noite quando vou dormir fico umas 3 horas olhando pro teto lembrando das coisas que eu e ela tínhamos feitos juntos e simplesmente sinto como se eu só tivesse tacado essas memórias no lixo e que elas nunca servirao de nada, e esses dias ela postou algo que indicava que ela sentia algo por mim ainda e agora eu só estou muito confuso e chateado com tudo que aconteceu
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2020.09.16 03:26 DoWidzenya Hoje uma garota cruzou o olhar comigo e sla, isso aumentou minha autoestima

Pelo titulo, parece bobo, eu sei, até por isso eu só to postando isso só aqui.
Mas enfim, eu não sou muito de sair de casa, sou bem na minha, e sou bem tímido até. Embora tenha dias e contextos que eu sou mais extrovertido.
Só pra vcs entenderem um pouco melhor, Eu tenho 17 anos, por volta de 1,75, sou moreno, uso óculos, e tenho um corpo médio, nem muito magro nem muito gordo. Eu não me considero feio, mas eu tbm não me considero bonito, eu sou na média eu acho, mas sla, eu acho que eu não penso tanto na minha aparência num geral.
Mds eu saio muito do assunto
O que aconteceu é, hoje eu fui pra academia, to fazendo academia faz umas três semanas, mais por saúde mesmo. Não é tempo o suficiente pra fazer alguma mudança então isso não interfere tanto na historia. Minha irmã (dois anos mais nova) tá indo comigo inclusive.
Enfim, lá estava eu, perdido como sempre, pq eu tenho uma memoria horrível e nunca lembro os exercícios, conversei com o professor, e fui fazer meu exercício. Eu nunca sei pra onde olhar enquanto to fazendo o exercício e eu tbm acho estranho ficar se olhando no espelho da academia então sla, eu fiquei passando o olhar de equipamento pra equipamento só observando as coisas. Nisso eu reparei que uma garota do outro lado da academia tava olhando pra mim, ela é bem bonita (parecia nova lá tbm inclusive, pq ela parecia estar um pouco perdida) na mesma hora ela desviou o olhar logo depois que eu desviei tbm. E isso aconteceu algumas vezes, umas 3, por aí (não que eu quisesse, eu não sei como agir quando acontece contato visual, é só que aconteceu)
A menina tava com uma amiga dela tbm
Depois disso, eu subi pro andar de cima, fui fazer outras coisas, e desci depois pra encher a garrafa de água. De novo, a gente se olhou, desviou o olhar, e seguiu assim.
Minha irmã conhece as meninas parece, elas conversaram um pouco hora que eu não tava lá, e hora que a gente tava indo embora, eu saí primeiro, depois as duas meninas, depois a minha irmã. Nesse meio tempo que eu tava esperando ela, eu e amenina paramos frente a frente e ela parecia que ia falar aluma coisa. Sendo o idiota que eu sou eu olhei pra outro canto por pura vergonha e minha irmã saiu bem na hora, aí eu puxei ela, aí a garota falou tchau pra ela, e a gente foi embora.
Eu. não. sei. lidar. pqp
Depois eu parei pra pensar um pouco e sla, isso me deu um pouco mais de confiança na minha aparência eu acho.Até porque eu não interajo com muita gente, numa festa ou coisa assim eu geralmente sou a pessoa que curte mais observar os outros conversando que entrar na conversa. Mas meu problema é mais começar uma conversa que conversar.
Resumo pra quem não leu tudo: Uma garota e eu trocamos olhares varias vezes hoje, eu não tive coragem de conversar, mas isso me ajudou um pouco a entender que alguém pode ter interesse por mim sem ser pela personalidade.
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2020.09.14 22:51 bloomorte Mesmo gostando muito dela, eu terminei.

Já tem uns dois meses que tomei a decisão de terminar o meu namoro de dois anos. O relacionamento não era uma maravilha, como qualquer um tinha seus altos e baixos, mas ela é linda e assim como eu gosta muito de videogames, passávamos os fins de semana jogando até cansar. O meu maior problema com ela era ciúmes em excesso, da parte dela. Tenham em mente que eu não sou nenhum exemplo de homão da porra não...moro com a minha mãe e meu irmão, não tenho vontade de morar sozinho tão cedo e nem de me casar (o que era um outro problema a parte que tínhamos), portanto eu mesmo não estou isento de ser problemático.
Sobre o namoro, ela fazia eu me sentir um criminoso - mesmo sem nunca ter feito nada de errado. Eu nunca vi uma pessoa tão insegura. Eu não precisava fazer nada para ela acusar que eu tinha interesse em fulana ou ciclana. A exemplo, uma vez a gente saiu junto, apareceu uma menina na fila do bar, ela começou a chorar porque disse que eu tava "secando a menina" e me fez levar ela embora. Outro exemplo é que esse ano comecei em um novo emprego, saí mais tarde por alguns dias e ela logo veio me atacar dizendo que eu tava saindo com alguém do trabalho. Eu não podia interagir com ninguém em rede social, se a gente saía eu tinha medo de olhar pros lados e ter que ficar ouvindo groselha depois. Se eu desse motivos entenderia, mas nunca fiz nada.
Com base em tudo isso, tentei terminar várias vezes, sem êxito porque ela dizia que ia se matar, mandava mensagens de adeus e me deixava maluco com medo de acordar com notícia dela ter tentado alguma besteira. Isso aconteceu uma vez, embora não tenha dado em nada. Tentei falar com a família dela, mas a mãe dela só dizia pra eu não desistir e dizia não ter condições de pagar um psicólogo.
Foi passando o tempo e eu mesmo comecei a me ver infeliz e desgastado. Ela e minha mãe começaram a brigar, minha mãe queria uma coisa e ela outra, mas ninguém se importava com o que eu queria. Teve momentos de constrangimento na família. Eu não queria mais buscá-la nos finais de semana, só queria ficar em paz, sozinho, jogando meus videogames no sofá sem ter que compartilhar meu espaço com ninguém. Isso foi ficando cada vez mais intenso, e ela foi percebendo. Passei a ser mais duro com ela, fui acostumando ela aos poucos de que não tava dando certo, reduzindo a frequência que a gente se via.
Com a pandemia eu vi que seria cruel terminar e deixar ela cheia de merda na cabeça sem poder sair pra lugar algum, ela basicamente passava as semanas esperando pra me ver e poder jogar comigo, já que ela não tinha computador em casa e a família dela é um pouco pobre. Juntei umas peças que tinha de um PC antigo e consegui montar um pra ela jogar em casa. Ela pegou uma parcela do auxílio emergencial e comprou um teclado e mouse, chorou de emoção por estar conseguindo montar um cantinho pra ela. E com o sentimento de ter deixado ela preparada para lidar com o luto, terminei. Ela não ameaçou mais se matar, mas vejo que ainda sofre muito.
Eu sinto saudades as vezes, de muitas coisas. Do cheiro, dos abraços, das brincadeiras.
Mas considerando que eu não me sentia feliz e que eu não consigo me ver casando com ninguém (muito menos com alguém que faça eu me sentir "preso"), achei que a melhor decisão foi deixá-la livre para ser feliz com outra pessoa. Eu vou ficar sozinho e não pretendo me relacionar nunca mais.
Se leu até aqui, obrigado!
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2020.09.14 02:44 Hands_of_Axe Primogênito do Sol

Capítulo 1 ( Introdução )
“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” - Êxodo 20:12
Com o adoçado cantarolar das aves ao amanhecer, o dia ganhava vigor. O despertar daquele que se esvai, como um garoto medroso, na calada da noite, o Sol, marca o início do novo dia.
Um menino acorda com a claridade forte do Sol esquentando o seu rosto. Seu nome é Lisso, um jovem comum de cabelo negro e liso o qual chegava a tocar os ombros. Tem uma estatura na média, é magro e fraco, nunca se destacou em nenhum esporte em particular, mas sempre quis participar de todos, mesmo não tendo qualidade nenhuma. Está no primeiro ano do ensino médio, com 15 anos.
O jovem levanta ansioso, amarra seus longos fios de cabelo com um elástico negro. Veste seu uniforme escolar e desce as escadas correndo, quase tropeçando e caindo com o rosto no chão. Ao chegar no primeiro andar, uma jovem de cabelos negros olha para o garoto com um sorriso no rosto. Ela era bonita e tinha um semblante calmo e suave. A cor de seus cabelos, que chegavam até suas coxas, era negra e brilhante, como uma pedra preciosa de uma princesa. A mulher aparentava ter vinte anos, ela era a mãe do jovem Lisso. O garoto corria até a mesa esperando um prato delicioso feito por sua mãe. O cheiro de pão quente deixava o garoto cada vez mais ansioso para comer, até começou a babar de tanta fome.
Sua mãe fala em uma voz doce e gentil, que faria aflorar em no garoto um sentimento de segurança e afeto, como se aquela voz fosse a de um anjo.
- Terminei, está pronto para comer meu filho? - Ela fala de costa para o garoto, pega o prato e caminha até ele, um som de gota tocando o chão é ouvido.
- Claro, mãe! Estou morrendo de fome... - a barriga do menino ronca
Em passos lentos, a mãe chega até a mesa e o cheiro do pão enlouquece o menino. Porém, ao colocar o prato na frente do garoto, o mesmo arregala os olhos. Apavoro e desespero ficam visíveis em seu rosto, o garoto fica paralisado por alguns segundos olhando para aquilo que deveria ser sua refeição matinal.
- Ma...mamãe? - Lisso fala gemendo em um tom baixo, e um som de gota tocando no chão é ouvido novamente - O que é isso....?
- Seu lanche meu amor – a voz doce de sua mãe responde ao apavoro do garoto com tranquilidade.
- Mas... - ele engole em seco – isso é uma mão humana? E está sangrando? Mãe... - Os olhos arregalados e brilhantes, os quais refletiam aquela mão humana, se viravam juntamente com a cabeça do garoto, em busca de olhar para sua mãe. Então, paralisa de vez. Não consegue mexer sequer um músculo, seu cérebro para de pensar, seu corpo fica mole e pálido, o que o garoto estava vendo amedrontava-o no fundo de sua alma. Uma gota cai no chão, outra em seguida, depois outra. Uma poça escarlate se forma no chão, perto da mãe de Lisso. A origem das gotas era do próprio braço da mulher, a qual sorria com um liquido vermelho escorrendo de sua boca que logo começará a pingar no chão em sintonia com as gotas de seu braço.
- O que foi filho? Pode comer, a mamãe fez com muito amor. - ela começa a se aproximar e toca no rosto de Lisso – Afinal você quem fez isso com a mamãe, neh? - Lagrimas começam a escorrer do rosto da mulher, enquanto o garoto ainda está inerte com a situação, ele tremia e seus olhos ainda estavam arregalados, quase pulando para fora do seu rosto, porém o brilho deles havia sumido por completo – Por que você me matou, Lisso? Eu não fui boa o suficiente?
O cérebro do menino começa a funcionar de novo, porém ele só tem uma reação, gritar. Lisso grita muito, sem parar, até que ele acorda dentro de uma pequena tenda branca e apertada. De seus olhos lagrimas surgem sem parar, ele fica imóvel olhando para frente enquanto coça a sua própria mão, e fala baixo:
- Não.... eu não o fiz .... mamãe...
Uma jovem loira com voz aguda coloca o rosto dentro da tenda pela entrada. Ela vê a situação e fala.
- Ei ei ei, bebe chorão. Estamos quase chegando, não vai desistir agora. - Ela fala em um tom provocativo – Tomei um susto com essa gritaria, não faz mais isso, tá bom?
- Desculpe – Lisso fala em tom baixo – Foi só um pesadelo.
- Que bom, estamos chegando no lugar da prova, fique pronto. Logo o sol irá despertar e continuaremos.
O garoto respira fundo e dá alguns tapinhas no seu rosto para retomar a coincidência. Ele empurra a cabeça da menina para fora da tenda e sai junto a ela. Se levantando olhando para os raios do sol que começam a surgir no horizonte.
- Você está certa, o despertar do sol está próximo.
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2020.09.13 03:50 karineamorim Não consigo para de me comparar.

Vejo alguém bonito, uma menina bonita e eu olho para ela e me sinto péssima, insuficiente, cabisbaixa com angústia horrível no peito.
Se vejo alguém fazer algo legal, não importa onde, e vejo que tem pessoas que admiram ela, eu me sinto mal. Me sinto como disse anteriormente.
Ainda mais nas redes sociais quando tem tanta gente bonita, engraçada, todo tipo de menina linda, mesmo as não famosas.
Até parei de olhar os outros na rua, parei de seguir pessoas, parei de olhar algo que alguém faça, porque eu me sinto mal, me sinto ansiosa.
Tenho vontade de nascer de novo. Aí eu vejo que não vai rolar. Essas é a pele que habito e tenho que cuidar dessas roupa até a minha morte.
Parece que você só é alguém quando alguém te dá um reconhecimento.
Bem, eu não tenho amigos, vivo em casa, vivo pensando, vivo me questionando se sei fazer algo legal. Quero morrer, quero viver.
Tá insuportável isso. Olhar para alguém, até para uma flor bonita e se sentir um lixo.
Cacete, que vontade de chorar
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2020.09.13 01:30 yoshiperson 29 anos e queria desabafar

Eu nasci mulher, e vivo como mulher. Mas no fundo da minha mente eu sempre tive a ideia de que preferia ser um homem. Quando eu era criança uma prima me perguntou se eu queria ser menino. Eu lembro de ter mentido e respondi exatamente assim "se eu fosse menino não gostaria de ser menina, e se eu fosse menina não gostaria de ser menino". Essa última parte era mentira, mas ficou o ato falho.
Quando eu era adolescente, não se falava muito nesse assunto, pelo menos nos lugares em que eu frequentava. Eu lembro de ter pensado uma vez "bom, eu não sou homem, mas eu não preciso ser mulher também".
Na faculdade eu tive uma matéria em que um dos temas tratava de transição de gênero. Quando eu descobri que existia transição FtM, achei incrível,e fiquei fantasiando em fazer. Assim como eu fantasiaria ganhar na mega sena.
Desde então, sempre ficava procurando fotos de homens trans na internet e pensando em como eu gostaria de ser daquele jeito. Mas nunca pensei mto a fundo sobre esse tema.
Esse ano, com aquela modinha do face app, eu peguei uma foto minha e mudei o gênero. Ver meu rosto daquele jeito simplesmente me deu uma alegria que eu nunca pensei que ia sentir ao ver minha própria foto. Eu não conseguia parar de olhar, não sosseguei até pegar todas as selfies que eu tinha no celular e transformar todas.
Isso me fez perceber que esse negócio pode ser de verdade. Eu criei um twitter com uma dessas fotos do faceapp e um nome masculino, e foi uma das sensações mais libertadoras que eu já tive. Eu não queria mais sair do twitter. Na minha cabeça eu já era daquele jeito.
Li aqui no Reddit alguns relatos semelhantes, e devo dizer que nunca me identifiquei de maneira tão forte com algo que li. Parecia que finalmente eu tava encontrando minha identidade. Nem se eu mesmo escrevesse eu ia sentir tanta identificação, pq quando a gente escreve acho que nossa própria mente tanta nos censurar ou reprimir.
Agora, eu não sinto uma disforia tão forte. Eu consigo tratar ser mulher assim como eu trato uma visita ao dentista ou uma semana de trabalho: algo chato, mas tolerável. Mas parar para pensar que eu talvez seja homem me fez perceber a fonte de muitas coisas que eu sinto, do desconforto que eu sempre tive em "fazer coisa de mulher".
Nessa idade, não sei se tenho a disposição para abrir mão de muita coisa para isso. Eu gosto de homem. Se eu for homem, sem dúvida sou gay. Mas meu meu marido com certeza é hétero, e eu o perderia. Sou funcionário público, e trabalho num setor que eu amo. Mas tenho quase certeza de que não aguentaria os comentários se eu realmente fosse transicionar. Eu tenho 29 anos e sou a pessoa mais jovem lá, a maioria tá na faixa entre os 40 e os 60. Por fim, obviamente tem a família, que não tenho a menor sombra de dúvidas que não me entenderia.
Enfim, só queria desabafar. Acho que muitos vão me compreender aqui.
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2020.09.12 21:42 KatoHusk Esquecer uma paixão não vivida

Eu fui muito apaixonado por uma oriental que conheci na faculdade e ela foi uma paixão muito marcante porque era uma menina que eu considerava inacessível e de repente ela passou a retribuir olhares, sorrir quando me via. Mas como bom anti-social que sou não, tive coragem de ao menos tentar fazer amizade com ela. O tempo passou a faculdade acabou e hoje eu fico com esse arrependimento de ter ficado esperando as coisas caírem do céu. Eu sei que muito dificilmente a gente teria alguma coisa pois éramos bem diferentes, mas quando a gente não conhece a pessoa acabamos por idealiza-la.
Depois dela eu gostei de outras meninas mas nenhuma foi recíproca e mesmo assim o que eu sentia por elas não chegava nem perto do que eu senti por aquela menina. Às vezes quando eu estou melhor e vejo alguma japonesa na rua ou na televisão que me lembra ela eu fico bem cabisbaixo sem ânimo para fazer nada.
Sei lá parece que é algo que vai me acompanhar por um bom tempo. Só queria poder voltar no tempo e ouvir um não da boca dela, ao menos eu já teria esquecido ela.
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2020.09.10 23:51 Helamaa 😳👉🏻👈🏻

a carência tá imoral e eu tô procurando uma namoradinha, se vcs conhecerem alguma mina que tenha esses requisitos, me avisem redpillada channer, dogoleira, wgtow, ancap, , jogadora de poker, bv, virgem, sem amigos, crente, fã da UDR,magrela, footlet,escuta Chico Buarque, weeabo, hikkimori, otaku, gameri, hetero,federal,trader de bitcoin,hacker, defacer, cubista, penspinner, recordista de memorização de baralhos, timida, mãe de pet, hidratada, não consumidora de açucar, saudável, youtuber, netolover, pooper, cambista, shitposter, anarquista, materialista, roquista, travesquista, mono talon vlogger, blogueira, e-girl, intolerante a lactose, intolerante a gluten, grinder e hipnóloga, fiel, niilista existencialista, metaleira, headbanguer, pelo no suvaco, patriota, masoquista, ballbuster, jogadora de minecraft, buceta fedida, que não tenha medo de chuta minhas bolas pelo amor de deus eu nao consigo encontrar uma menina pra chutar minhas bolas por favor deus eu imploro nao agusnto mais isso nao eh um meme porque voces tem medo de me chutar no saco. Raça: nórdica Altura: 170cm+ Pele: 1 ou 2 (Fitzpatrick) Olhos: 7+ (Martin) Cabelos: qualquer cor, mas apenas lisos ou ondulados (FIA) Nariz: reto ou virado para cima Crânio: dolico ou mesocefálico Óculos: não Aparelhos: não Queixo furado: não Covinhas: não Orelha presa: não Orelha de abano: não Franja em V: não Pelos no corpo: muito pouco Tatuagem: não Graduação: apenas cursos voltados à pesquisa Faculdade: apenas bem conceituadas Habilidades matemáticas: sim Idiomas: fluência em inglês e mais outro idioma Álcool, cigarro, drogas: não, nenhum Personalidade: introversão Cultura: europeia ocidental RELIGIÃO: Cristã Ortodoxa Gostar de escutar rogério skylab:
Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab Para ser sincero, você precisa ter um QI muito alto para entender Rogério Skylab. O humor é extremamente sutil e, sem uma compreensão sólida de filosofia moderna, a maioria das piadas vai passar despercebida pelo telespectador médio. Há também a visão niilista de Rogério, que está habilmente tecida em sua caracterização - sua filosofia pessoal se baseia fortemente na literatura de Nododaya Volya, por exemplo. Os fãs entendem essas coisas; eles têm a capacidade intelectual para realmente apreciar a profundidade dessas piadas, para perceber que elas não são apenas engraçadas - elas dizem algo profundo sobre a VIDA. Como conseqüência, as pessoas que não gostam de Rogério Skylab são verdadeiros idiotas - é claro que eles não apreciariam, por exemplo, o humor no bordão existencial de Rogério "Chico Xavier é viado e Roberto Carlos tem perna de pau", que é uma referência criptíca para o épico Pais e Filhos do russo Turgenev. Estou sorrindo agora mesmo imaginando um desses coitados simplistas coçando a cabeça em confusão enquanto as músicas se desenrolam na tela de seu computador. Que tolos… como eu tenho pena deles. E sim, a propósito, eu tenho uma tatuagem do Rogério Skylab. E não, você não pode vê-la. É só para os olhos das damas. E mesmo elas, precisam demonstrar de antemão que possuem um QI com diferença absoluta de no máximo 5 pontos do meu (de preferência para baixo).
Rotina, Habitos e interesses: Nofap + Banho Gelado + comer carne crua + comer virado pra parede + biohack + dormir no chão + Jordan Peterson + mewing + HBD + PUA + jelq + dormir 5 horas por dia + café gelado sem açúcar + hipismo + compilação mitadas Enéas + alho cru + podcast do Joe Rogan + redpill + Brain Force + Jejum + meditação iasd + músicas para concentração, foco e inteligência + teste de QI da internet + grupos de linhagem viking do facebook + ficar longe do poste de internet 4G + youtube do varg vikernes + essência de morango da turma da mônica no narguilé + jogar vape na cara de todo mundo que tentar entrar no bloco da faculdade + 5 segundos de calistenia no deserto do atacama + darkcel + óculos do aécio na foto de perfil + ler quotes do nietzsche no brainy quote + criar galinha no quarto sem os pais saberem + Alho cru + uma colher de azeite quando acorda e outra antes de dormir + jejum de 24hrs a cada 72hrs + assistir VT no premiere logo que chega do estádio + canal Ultras 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Astúrias perguntar quando custa a bolacha Bauducco que aparece no site + Mandar entregar pizza na Rua dos Tamoios casa n°18 com portão vermelho + cosplay de russo no Omegle pedindo pra mostrarem a bunda + Dormir imaginando uma linha pra fazer viagem astral + recitar Homero pra mendigo + tomar antibiótico no café da manhã + Meditar imaginando o raio de luz violeta que representa a energia transmutadora + Workshop Reiki do Canal Luz da Serra MULHERES TERRAPLANISTAS RALEM.
Primeiro de tudo! Vai tomar no cu, MULHERES terraplanistas! Junto com todas que me contrariaram nos últimos meses falando "dur hur você não sabe nada de paleontologia, vai assistir seus desenhos filipinos e não encha o saco". TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! LERAM DIREITO? TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! A farsa ficou tão óbvia, que eles não tem mais como esconder que TODOS OS DINOSSAUROS TEM PENAS! Alguns mais penas, outros menos penas, MAS TODOS TEM. E aproveitando no mesmo vídeo, NÃO TEVE METEORO PORRA NENHUMA! Provavelmente as mudanças climáticas naturais, junto com a separação gradual dos continentes, é que extinguiu a mega-flora e a mega-fauna. E se teve algum meteoro, apenas acelerou o processo em uma região muito especifica. Agora só falta as ((especialistas)) e a (((Academia))) admitir que dinossauros nunca existiram e que foi tudo um erro grotesco de interpretação de pessoas que não sabiam que caralhos eram aqueles esqueletos. São apenas aves e mamíferos ancestrais de milhões de anos atrás. E antes que eu me esqueça, vai todo mundo que me contrariou tomar no cu!
GOSTAR DE MIM POR QUEM EU SOU E NAO PELA MINHA APARENCIA
Sério, de verdade, ser uma pessoa bonita não é fácil em nossa sociedade atual; não é só os olhares de desejo das mulheres e dos homens que me incomoda, e sim, o fato de ser só isso para as pessoas. Sou muito mais que apenas um cara bonito. Tenho qualidades além dessas, e saber que as pessoas não ligam para elas, pois estão entorpecidas de anseio pela minha formosura, me entristece muito.
Não suporto mais ser bonito. Tudo que eu queria era poder nascer de novo num corpo de uma pessoa feia, pois sério, vocês não sabem como me dói saber que por culpa de algo que nasceu em mim (a incrível beleza), serei rotulado eternamente por isso.
Eu trabalho, estudo, procuro, conheço, aprendo! Sou um ser-humano como qualquer outro e não só mais um rostinho bonito.
Pergunta antes de eu poder te namorar: Você é ocultista?
Essa é a pergunta de um milhão de dólares que raramente vejo sendo feita.
Se você ainda não for, pra se tornar minha namorada precisará ser e aqui está como fazer isso
É fato que a maior parte da literatura especializada ocidental acredita em Deus e Cristo, somente olhando-o por uma lente diferente. Não há um ritual que lhe aproxime de Deus, as coisas raramente são tão simples. Entretanto, com estudo e meditação o caminho começa a ficar mais claro.
Entenda que não sou nenhum senhor da verdade, e o que te falo hoje posso descobrir ser mentira amanhã. Saiba também que um dos maiores problemas desse meio é a falta de um início claro, sendo as obras tidas como introdutórias porcarias completas. Dito isso, lhe respondo o seguinte:
  1. O caminho mais completo para se aproximar do que você quer começa com noções do pensamento Helênico. Entenda que boa parte da visão de mundo cristã vem da antiguidade clássica, principalmente as noções de harmonia e belo. Não te peço para ler tudo o que já foi jogado ao chão pelos gregos, mas saiba um pouco das origens das coisas. Tenha uma ideia básica dos quatro humores gregos, e que essa é uma das origens para atribuirmos personalidades aos elementos da natureza. Entenda um pouco dos seus deuses e Cosmos, porque eles serão utilizados no futuro de forma metafórica em textos. Saiba que quando aparecer um hermafrodita em um texto especializado não há conexão com desvios modernos, mas com um simbolismo mais antigo (Salvo engano, sua origem é Platônica. Mais especificamente, O Banquete, durante os discursos sobre amor).
  2. Entenda que boa parte da origem da magia ocidental vem da confluência da cultura grega com a egípcia, incluindo a alquimia. A tábua esmeralda é um texto obrigatório. Leia um pouco sobre o Axioma de Maria, A judia. Aprenda um pouco da simbologia alquímica, porque será importante para você no futuro. É dentro da alquimia que irão discursar sem final sobre a trindade (pelo menos os da corrente de Paracelso). Não se pretenda nenhum mestre dos espagíricos, porque os químicos farão isso melhor do que você. Entenda que não havia essa separação absoluta entre o material e o espiritual, então os dois conhecimentos andaram juntos ao decorrer da história. Entenda também que haviam escritores voltados especificamente para a alquimia espiritual, enquanto outros à química.
  3. Estude a Cabala. Eu entendo que para alguns seja difícil dar atenção à Cabala Judaica com o surto conspiracionista chanístico sobre a índole de todo um povo, mas querendo ou não o judaísmo é o Pai da fé cristã, sendo Jesus judeu. Entenda que a árvore da vida é um estudo sobre Deus e suas emanações, e dela virá uma boa parte de seu conhecimento.
  4. Leia as coisas atuais sobre o assunto. Dê atenção aos escritores herméticos, principalmente.
Ocultismo é um saco, pelo menos se você for estudar seriamente. Você pode perder a vida se tiver um projeto ambicioso como se aproximar de Deus.
Você também pode pular algumas etapas no que te falei. Sobre a parte do pensamento grego, saiba que boa parte é "dispensável". Dito isso, recomento que entenda um pouco sobre o funcionamento do Cosmos de Ptolomeu. Entenda também alguns dos símbolos planetários, porque seu entendimento irá lhe ajudar no futuro.
Pra me namorar também tem que gostar dos animes:
Akame ga Kill! Akarui Sekai Keikaku Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Criminale! Dog Style Domina no Do! Eden no Ori Evangelion Fullmetal Alchemist K-on! Naruto Shingeki no Kyojin Yu-gi-oh
Sobre assistir Yu-gi-oh; quando eu era adolescente, gostava (na época que passou na TV Globinho e era moda), mas hoje em dia não gosto mais; então não assistiria de novo.
Quanto às minhas lembranças marcantes de Yu-gi-oh:
Em 2003, Yu-gi-oh era moda e todo mundo na escola da quinta e da sexta série jogava com cartinhas piratas, já o pessoal da sétima e da oitava não se interessava. A propósito, em 2003 tiveram duas grandes modas de brinquedos baseados em animes, cartinhas de Yu-gi-oh e Beyblade. Outro brinquedo que todo mundo da quinta e da sexta série levava pra escola em 2003 depois que passou a moda de Yu-gi-oh e começou a moda da Beyblade era a Beyblade.
Outra lembrança marcante que tenho de Yu-gi-oh é que em 2003 na escola o pessoal criava suas próprias cartinhas, fazendo desenhos e estatísticas.
Fujimura-kun Mates Gantz Gou-Dere Bishoujo Nagihara Sora♥️ Higurashi no Naku Koro ni Kai: Matsuribayashi-hen Hitsugi no Chaika Ichigo 100% Ichinensei ni Nacchattara In Bura!: Bishoujo Kyuuketsuki no Hazukashii Himitsu Jigokuren: Love in the Hell Jinzou Shoujo JoJo no Kimyou na Bouken Part 4: Diamond wa Kudakenai JoJo no Kimyou na Bouken Part 5: Ougon no Kaze JoJo no Kimyou na Bouken Part 6: Stone Ocean JoJo no Kimyou na Bouken Part 7: Steel Ball Run Kaibutsu Oujo Lucky☆Star Mahou no Iroha! Mahou Tsukai Kurohime Monster Hunter Orage Mujaki no Rakuen Needless Zero Nyotai-ka Onihime VS Oretama Perowan!: Hayakushinasai! Goshujinsama♪ Re:Marina Rosario to Vampire Saitama Chainsaw Shoujo Sankarea School Rumble Shingetsutan Tsukihime Shocking Pink! Shurabara! Sora no Otoshimono Sora no Otoshimono Pico Akame ga Kill! Ana Satsujin Asu no Yoichi! Azumanga Daioh Balance Policy Black Cat BlazBlue: Remix Heart Chichi ga Loli na Mono de Choujigen Game Neptune: The Animation - Dengeki Comic Anthology Come Come Vanilla! Dorohedoro Nekopara Pet Toaru Kagaku no Railgun Magia Record: Mahou Shoujo Madoka☆Magica Gaiden Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita.Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita. Isekai Quartet 2Isekai Quartet 2 Ishuzoku Reviewers Somali to Mori no Kamisama Eizouken ni wa Te wo Dasu na!Eizouken ni wa Te wo Dasu na! Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu.Itai no wa Iya nano de Bougyoryoku ni Kyokufuri Shitai to Omoimasu. Jibaku Shounen Hanako-kun Haikyuu!!: To the TopHaikyuu!!: To the Top Darwin's GameDarwin's Game Kyokou SuiriKyokou Suiri Plunderer
PRE REQUISITO: GOSTAR DE FILMES DE FAROESTE.
IMPORTANTE: Se você gosta de filmes de super heroi, pare de ler e va se foder.
Se você é assim, fique longe de mim.
NÃO QUERO AS MULHERES QUE: As que falam palavrões As que fumam As que usam drogas As que postam foto com bebida Que bebem (menos 🍷, isso é coisa de dama) As que vão para balada, festa, rave etc As que postam foto com decote ou sensuais
Há uma coisa que eu quero que você entenda sobre nós os homens.
Quando você colocar uma foto sua nua no facebook, fazendo uma pose gostosa, mostrando os seios ou como vemos em várias fotos mostrando o bumbum ou deitada sedutoramente em sua cama, a única coisa que você faz é que as pessoas tenham desejo sexual por você, claro em A maioria dos casos por parte de homens.
Eu sei que você vai ficar tão emocionada com os 500 likes, 120 comentários e as inúmeras mensagens privadas! Você vai querer postar cada vez mais fotos para se sentir cada vez mais no topo.
Mas há algo importante que você precisa saber:
Na verdade nenhum desses caras que gostam, comentam ou enviam mensagens privadas te ama. Tudo o que eles querem é usá-la e depois atirá-la para o lixo, para ser honesto nenhum deles a levaria para sua casa para ser sua esposa, acredite em mim, você para eles não é mais que uma menina de programa em busca de popularidade barata No Facebook.
Os homens ricos os que tem o que você procura "dinheiro" ou os pobres admiram as mulheres que se vestem com decência e se respeitam. Uma vestimenta decente que não revela muito o seu corpo, leva-os a amar e a respeitar-te, isto a simples vista nos diz que és uma mulher virtuosa, alguém a quem se pode levar para casa para ser esposa e mãe.
Isto em muitos casos diz-lhes que você foi criada com princípios morais e lhes dá detalhes do seu bom histórico familiar.
Eles não se preocupam muito com a maquiagem excessiva, uma mulher digna de propor casamento sempre se distingue do monte, não importa como.
Valoriza seu corpo, lembre-se que para encontrar diamantes é preciso cavar, respeita, e um verdadeiro homem vai te respeitar de um modo ou de outro.
Mas você terá muito respeito: Mulher, não mostre seu corpo no facebook, você não sabe que tipo de pessoas, venha suas coisas, você é uma mulher bela, não precisa de fotos, nem mostrar tanto, você pode conquistar com sua simpatia, com seu educación con seu sonrrisa,
As que já ficaram com amigos seus, ou que ficam com mais de 3 em um único ano As que não trabalham ou estudam (ou que estão em um curso irrelevante de humanas) As que não sabem o básico de uma casa, como lavar, passar roupa, cozinhar, trocar fralda, etc As interesseiras As que estão pedindo presentes sempre As que já estão comprometidas As não gostam de crianças ou dizem que não querem ter filhos (pessoas que não querem ter filhos não são confiáveis) As que tem piercing de bufalo
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2020.09.10 16:12 henrylore Najiyu Ep 9 - Nós somos prisioneiros! Por enquanto...

??: *joga Nevaska dentro da cela
*fecha ela com toda a força
*sai andando pelo corredor frio e cinzento, aquecido apenas por um tapete roxo no chão
*abre a porta principal muito parecida por uma porta de cofre
*fecha ela
Ne: *ouve barulhos de tranca
...
*olha pra cela ao lado e vê
H: *sentado na cama da cela
...
L: *esticando a corda do arco até ela fazer algum som
P: *na outra cela do outro lado deitada
Ne: meh
H: nao tem nada a dizer?
Ne: o que vocês querem que eu diga?
L: nada so que voce extrapolou o plano todo brigando com UM GUARDA VOCÊ PODIA BRIGAR COM QUALQUER CARA MENOS UM GUARDA
Ne: tá bom ok?
eu briguei com ele porque ele se meteu na briga entre EU E SHIBARU
*bate na grade
H: e por que cacetes você foi pra cima dele daquele jeito?
Ne: vocês não sabem o que é construir uma coisa, pra entregar e confiar ela pro cara e ele destruir tudo
PRINCIPALMENTE COM PESSOAS
PESSOAS era uma vida aquilo ali
a Winry, era uma alma que foi destruída por XERETAR
L: hmmm
P: mas como assim? você deu tudo pra ele?
Ne: depois que a minha melhor amiga sumiu na minha última missão eu resolvi passar o cargo de líder pra próxima pessoa, e abandonar a ordem
ou seja lá o que isso se tornou
L: e voce entregou pra um palmeiras aleatório?
Ne: ele era confiável na época, a pessoa mais velha e confiável que eu tinha
ele tinha se provado ser uma boa pessoa e de confiança
mas então ele se tornou arrogante e tirou tudo de mim
...e da ordem
L: ah legal, agora ele vai sair andando por aí se achando o espertão por ter "vencido"
P: entao você era a líder??
Ne: sempre fui, e quando voltei sabia que ele não ia me querer de volta no cargo
só como substituta
L: voce entregou o seu cargo.
Ne: PERDE A SUA MELHOR AMIGA PRA VOCÊ VER
L: E EU LA TENHO UMA MELHOR AMIGA??
P: A CULPA É INTEIRA DE VOCES O LUSK FICOU GRITANDO, A NEVASKA EMPURRANDO O HB, AH VAI NÉ
H: e aí?
L: hm?
Ne: hein?
H: voces vão continuar brigando?
a gente tá preso.
seja lá de quem foi a culpa
a gente tá aqui
e é isso...
Ne: ... tu tem razão
L: é
P: *só deita pro lado
H: *pega duas pedrinhas e tenta trocar elas de lugar
não funciona aqui
Ne: é uma cela anti magia
magia não funciona aqui
*tenta fazer um pedacinho de gelo no chão mas ele se desfaz
L: é, estamos fritos.
H: vocês já pararam pra pensar por que separaram a gente em 3 celas?
Ne: porque separam meninos de meninas
L: e acharam a nevaska muito brava das ideias pra ficar perto da ponce
alias que história de toggi foi essa?
P: *se senta e olha pro lusk
você não sabe da minha vida pra se perguntar isso
L: Hmmmmm. Maneiro.
H: mas aí
o que o shibaru quer aqui?
Ne: nas cartas dele tavam escrito que ele queria poder
P: poder? numa vila humilde dessas?
Ne: é normalmente onde guardam as coisas mais poderosas...
H: voce sabe de alguma coisa que a gente não sabe né?
Ne: não
H: pode falar
Ne: não?
H: hmmmm *se encosta na parede de novo
*olha pra cima e vê a luz da lua batendo na janelinha e se contrastando com o resto de luz da tocha na parede que levemente vai se apagando
??²: *passa fazendo uma sombra na cela
*coloca a mão na grade da janela
talvez o nome disso seja Guilt
*olha lá pra dentro
H: ...?
o que-
??²: *abaixado e olhando lá pra dentro
Guilt... é o nome disso
H: ...
*percebe que é a mesma pessoa do dia do trem, que estava assaltando todo mundo
V-VOCE
VOCE TAVA NO TREM
??²: tava
H: VOCE TENTOU ROUBAR A GENTE
mas você desistiu?
??²: foi
Ne: ah é? então foram vocês
H: achei que voce tinha duvidado
Ne: nah eu sabia que algo assim acontecia mas não achei que você acordaria
??²: foi exatamente isso que me chamou a atenção
mas fala aí vai querer sair daí ou nem?
H: nao sei se confio em você...
??²: ou você confia ou você não sai
H: e como voce vai fazer isso?
??²: *levanta e sai andando
**do lado de fora:
??²: *chega perto da ?³ (a outra pessoa do trem)
??³: *olha pra frente do castelo e vê um guarda la
*sai andando e indo em direção ao portão do castelo
Bessa: *olha pra ela
EI! O QUE FA-
??³: *olha de volta e seus olhos brilham rosa
*adormece o guarda Bessa
*vira pro ??² e faz um joinha
??²: *abre lentamente uma festinha da porta, suficiente pros dois passarem
??² e ??³: *entram
??²: *segura a mão da ??³ e sai andando pelo escuro (ele provavelmente enxerga no escuro)
**do lado de dentro
H: ...
L: soa melhor assim
Ne: os caras vazaram
**ouvem um barulho de tranca
??²: *abre a porta
boa tarde família
H: ah você conseguiu
??²: óbvio que consegui
*puxa umas chavezinhas
*abre a cela da Nevaska
Ne: *sai se limpando
depois dessa eu nunca mais bato num guarda véi
??²: *abre a cela do Henry e lusk e ponce
H: estamos livres
mas e aí? qual seu nome
J: meu nome é John, mas tu pode me chamar de Nomad ou sei lá
Du: meu nome é Duda, mas você pode me chamar de... Mikasa?
H, L, J, P, Ne: Duda
Du: ai tá bom meu deus
P: agora a pergunta é será que tem mais gente lá pra trás?
**olham pro fundo do fundo do corredor onde se sente um vento frio vindo dele
L: vamo vê né não custa ver
**veem na cela ao fundo uma pessoa com olhos vermelhos olhando seriamente pra eles
**nas celas ao lado tambem, diversos olhares hipnotizantes avermelhados
Ne: e tá aí a razão da gente estar aqui
P: se isso tá aqui... significa que a fonte dessas coisas se encontram aqui
L: mas e ai a gente solta esses cara aí?
??¹: *para de olhar pra eles e senta na cama da cela
H: nah isso precisa ser tratado com cuidado
Ne: é verdade, vamos conversar com eles assim que recuperarmos a confiança
J: sinceramente eu não acho que vocês vão recuperar a confiança de alguém assim...
fugindo da prisão
Du: o John tem razão
fazendo isso vocês já perderam todas as chances de ganhar a confiança deles
Ne: eh?
meh a gente tá aqui pra solucionar não pra amigar
certo?
H: •-•
Ne: eu acho que não
J: *guia os dois pela escuridão até a saída
**veem o guarda caído na porta
J: shhhh morto não fala
Du: hehehe
H: voce adormeceu o cara?
J: sim
**depois de um pouco longe
Ne: tá oq a gnt faz agora
J: voces disseram que o cara que vocês tavam procurando
queria poder né?
H: sim
J: e se esse cara procurasse o Guilt?
L: quem diabos é guilt?
J: ele é uma das crianças que deviam ser protegidas aqui
ele tem um amuleto que dá poder pra quem possuí ele
L: QUE MANEIRO então ele deve ser bem poderoso né?
J: minha teoria é que ele não sabe usar aquilo, mas se ele fica sem aquilo ele fica muito fraco
então eu resolvi não roubar
Ne: você tentou roubar aquilo?
J: sim
H: eeeeeh
J: eu desisti pelo bem dele, mas tem gente que não desistiu
H: e onde você achou?
J: ele frequenta lugares específicos normalmente
H: então a gente tem q achar ele
L: hmmm
J: que dia é hoje? 23 né?
é aniversário dele
H: onde será que ele comemoraria o aniversário dele?
...
Ne, L e P: ...
J: o que? esperavam que eu soubesse?
L: sim.
J: heh pois é eu não sei
Ne: é bem provável que se a gente encontrar o menino a gente encontra o shibaru
J: hmmmm ele sempre vai na sorveteria de tarde...
L: de noite ele dorme né mané mas onde ele mora?
J: hummmm
Du: tem uma casa em cima da loja de picolés
talvez aquele cara tenha abrigado ele ali
J: o tio do picolé?
Du: ele mesmo
**depois de um tempo
J: é aqui.
*abre a janela que por algum motivo tava destrancada
**todo mundo entra
J: *sobe as escadas e...
não tem ninguém aqui
Ne: talvez ele já tenha passado por aqui
P: ou o menino nem mora aqui
H: mas tá tudo revirado olha aqui
Sh: *do lado de fora em cima de uma árvore
*olha pra janela da sorveteria aberta
...
*dá um sorriso
só uma provocadinha vai...
*coloca a mão na boca do guilt pra ele não gritar nem nada
**ouvem um barulho vindo de baixo
J: ouviram isso???
P: shhhh
*desce as escadas com cuidado
...
Sh: ello.
*aparece segurando o guilt
G: merda
P: VOCÊ
Sh: relaxem
P: *corre e da um soco na cara dele
Sh: *leva o soco mas joga ela no balcão
J: *usa uma força de gravidade e faz o shibaru cair
Sh: *é empurrado pra baixo e não consegue se levantar
quem é... esse cara?????
J: *prepara um golpe de relâmpago
H: °°
ELE CONTROLA DOIS ELEMENTOS????
J: *aponta pro shibaru e...
H: *segura a mão dele
não, se gente fizer isso aqui a gente vai chamar atenção demais
J: ô seu-
G: *aproveita e tenta escapar pela janela
Du: *tenta usar os olhos pra adormecer o shibaru
G: *olha e adormece zz
Sh: entao é isso, ela consegue adormecer os outros!
Du: *usa de novo
J: *nao olha
Sh: *puxa a espada dele e reflete fazendo Nevaska, Ponce e Duda adormecerem
L: QUE (ele tava em cima então ele não olhou)
H: meu deus
Du: oh
acho que isso é ruim gente
??: TEM ALGUEM AÍ??
QUE BARULHADA É ESSA
Sh: *segura Guilt e pula pra uma árvore
??: o que foi isso? (percebe-se q ele tá do outro lado da loja)
J: tsc
eu distraio eles, vocês vão atrás daquele cara e do Guilt
H e L: *acenam que sim com a cabeça
J: *sai da loja e sobe rapidamente em cima na laje
*joga um monte de estrelas ninja com bombas de fumaça pra cima
??: VOCÊ..
*sobe e vai atrás dele
H: acho que é com a gente brether
L: concordeis.
**colocam as 3 no andar de cima
H: *tranca por dentro
*deixa a chave ali
L: *pega um lápis do balcão e deixa na escada
H: *troca de lugar com o lápis
boa brether
H e L: *batem os punhos
H: *fecha a janela depois de sair
fiquem bem...
**saem correndo
L: pra onde tu acha que ele foi?
H: eeeeeh não faço ideia
Sh: nao muito longe do que vocês pensam
**se encontram num lugar sem saída bem espaçoso mas cheio de vendinhas velhas e armazéns de produtos pra repor
Sh: é uma grande honra ter os novos integrantes da ordem aqui comigo...
pra morrerem.
*junta as mãos e faz uma hiper onda de fogo em volta dele
H: °°
L: guh
pois é mano
H: onde você botou o maluco lá?
Sh: como se eu fosse te dizer...
vocês não vão salvar ele
basta eu tirar o amuleto
e eu serei imparável
L: voce so vai fazer isso se a GENTE deixar.
Sh: e vocês deixam?
L: Não.
Sh: *faz uma bola de fogo na mão e atira neles
H e L: *vai um pra cada lado e desviam
**bola de fogo bate nuns barris e começam a pegar fogo
H: isso vai chamar atenção
L: a gente tem que ser rápidos.
Sh: que o show...
*olhos brilham vermelho
comece.
... NO PROXIMO EPISÓDIO DE NAJIYU
Najiyu Ep 10 Por uma vida
❤️
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2020.09.10 16:09 henrylore Najiyu Ep 7 - Nós vamos em busca de pistas! Ao trem! Yahoô

H: *olho volta pra cor normal
P: seu olho voltou ao normal
H: ... oq vc acha q ta acontecendo
P: eu nao tenho a mínima ideia
L: ...
Ne: a gente vai ter que ir pra naji
Ar: v-voce tá doida??? não lembra das missões que mandaram você pra lá? ou qualquer pessoa? ninguém voltou!
v-voce tem certeza???
Ne: não, mas é a única coisa q a gnt tem pra fazer
Ar: ... ferrou.
Ne: então, ponce ne?
P: sim
Ne: a gente precisa pegar uma arma pra você então venha escolher
P: ok!
H: Arthurzao? tá tudo bem?
Ar: *olhando fixamente pro corpo da Winry
... é
H: ta claramente vc n tá bem..
Ar: ...
H: quer conversar?
Ar: *fala sem parar de olhar pra cena
só se você jurar guardar segredo.
H: ...
**tempo depois
H: onde é aqui?
Ar: aqui é o bar do Christian, é um velho muito maneiro aqui da ordem
H: hmmmm
L: bem que eu tava com fome mesmo.
Ar: *abre a porta
Christian...
*surge um cara de dentro de uma cozinha, um cara velho, com um cabelo branco curto, e uma barba longa, sem o braço esquerdo, se apoia no balcão apenas com o único braço
Ch: (uma voz meio de um cara velho)
alô? ah, Arthur! oq houve? você sempre me grita meu caro.
Ar: rolou uma coisa meio ruim agora mesmo, a ordem inteira tá em alarme.
Ch: heh morreu alguém?
Ar: ...
Ch: ah.. Winry..
H: como você sabia?
Ch: ah, deixa que o Arthur te conta, eu tenho que fazer as bebidas
L: ce viu isso mano o cara não tem um braço
H: conta aí Arthurzao
Ar: hmmmmm
H: *bebe refri
Ar: mano... eu gostava de Winry e eu ia me declarar assim que as coisas se acalmassem e tal
mas eu acho que isso nao vai acontecer
H: *cospe um pouco de refri e olha pro Arthur
-'
**ali do lado na loja do ferreiro
Ne: *encostada na porta esperando a ponce
escolhe o que você mais acha que vai ser legal pra você
P: hmmmmmm
*olhando pra todas as armas 5 vezes
Ne: ...?
P: hmmmmm...
Ne: quer ajuda?
P: sério, eu não sei
Ne: tá, olha só
*olhando
espadas são pra pessoas que gostam de ir corpo a corpo, mas você tem que estar atenta a todos os lados pra se defender
lanças são pra pessoas que atacam de longe e de perto, são bem equilibradas
e arcos...
P: ARCO é isso eu quero um arco
Ne: horizontal ou vertical?
P: ... vertical
Ne: *tenta alcançar na última prateleira da oficina mas não alcança
...
P: fofinha
*segura a Nevaska e levanta um pouquinho
Ne: *pega o arco *entrega pra ponce
P: hmmmm
Ne: só não temos flechas, a gente vai ter que pedir pro ferreiro faze-
P: nao precisa!
eu dou meu jeito
Ne: mas é so-
P: a gente não tem tempo, vamos amiga
*segura a mão da nevaska e puxa ela pra fora da ferraria
Ne: que
**de novo no bar
H: ... MANO
Ar: ...
H: é mais pesado do q eu pensava...
Ch: *volta e coloca as coisas na mesa
ah que trabalho, heh
L: *colocando o braço pra dentro da camisa pra ficar sem um braço tbm
Ch: ... tá tudo bem aí menino? heh
L: hmmm, tudo bem
Ch: tá querendo ficar sem braço também? heheheh isso é engraçado
L: cara você não tem um braço como assim
Ch: ah querido eu perdi a muito tempo atrás né? tava numa batalha e o cara resolveu cortar ele fora, aí eu fiquei assim né
L: e aí você ficou sem?
Ch: e o que eu poderia fazer? não tem como eu colocar meu braço de volta, infelizmente eu ainda não sou um lego
hehehehehehehe
L: que maneiro!! e o que você fez com o braço
H: -'
Ch: ...heh o... que você quer que eu faça cara? heh
eu queria botar na porta do bar dando oi ali mas acho que seria muito macabro não? heheheh
L: ahuehee
mas isso atrapalha você?
Ch: nah depois eu acostumei! heh
so me atrapalha pra pegar as bebidas mas é tranquilo
L: quer ajuda aí?
Ch: claramente! heh vem ver minhas bebidas premiadas aqui
L: hmmmmm
*vai pra cozinha
H: cara... mas- você não acha que vai superar isso?
Ar: meh talvez
H: escuta aqui talvez a gente consiga achar algo para conversar com ela! tenho certeza de que ela tá feliz com você aqui
e ela ficaria ainda mais feliz se você fosse descobrir e prender o shibaru
Ar: ... você tem razão cara.
eu irei socar a cara desse shibaru
H: tu vem com a gente ?
Ar: não sei...
eu vou pro festival da música, então ajudo vocês lá na investigação
H: ai sim, eu curti
Ne: *abre a porta gente?
**no anoitecer
Ne, H, L, P e Ar: *olhando pra um túmulozinho escrito "Winry"
Ar: ...
H: *da dois tapinhas nas costas do Arthur
Ar: eu vou arrumar as coisas por aqui e logo sigo missão ok?
Ne: acha que consegue cuidar das coisas lá por mim?
Ar: claro, mestre.
Ne: hehe vai lá fica bem tá?
Ar: pode deixar
H, P e L: *com mochilas prontos pra partir
Ne: tão prontos
L: nunca nasci mais pronto
H: pera você nasceu quantas vezes?
P: tambem, quase morreu ali na pirâmide
L: aaaah qualé
Ne: ele não quase morreu gente
**começam a andar
H: como assim
Ne: quando a pessoa está hipnotizada, 80% do dano causado a ela vai pra versão dark dela
então o dano que o lusk tomou era reduzido
por isso que o bicho morreu antes dele
entenderam?
L: entao por isso tu deu um tempão ao invés de me ajudar?
Ne: sim eu sabia q você não ia morrer
H: oloco vc
**chegam numa estaçãozinha de trem
H: "MayGabi"
que isso
Ne: é pra onde a gente vai
*senta no banquinho
L: Esperemos.
Ne: olha só, tomem cuidado tem altos níveis de pessoas aqui que esquecem as coisas no trem
H: ué pq as pessoas esqueceriam as coisas aqui?
Ne: não sei mas tomem cuidado, não esqueçam nada
L: pode deixar
H: *ve o anoitecer
vocês também sentem algo familiar quando olham pras estrelas?
Ne: *olha pro henry
hm?
H: eu não sei eu sempre senti algo quando olhava pras estrelas
é bem... familiar
Ne: *dá um sorriso e olha pra ele
talvez sua infância tenha sido algo tão curioso quanto a vastidão do universo
amnésia infantil é algo comum da gente ter
e resquícios de memória causam...
sentimentos e tal
P: *olha pra Nevaska e olha pra baixo
H: ta tudo bem?
P: nah so lembrei da minha família, nada demais
H: ... quer conversar sobre
P: hmmmmm talvez mais tarde...
L: o trem tá vindo
**trem chegando e freiando la de longe
Ne: ... vamos?
*olha pra todos com um sorriso
H: ... vamos
**trem para
*Lusk entra primeiro
*Nevaska em segundo
*Ponce em terceiro
*Henry por último
Ne: hmmm é por ali
(o trem tem cabinezinhas tipo o trem de Hogwarts)
Ne: vamos dormir separados né?
L: claramente eu não iria querer dormir aqui com nenhum de vocês.
H: *senta na cabine e mexe nos bolsos
hmmm..
*puxa um dos papeizinhos daquelas páginas do diário de raposas
...
*olha fixamente pra página
L: *bate na parede que dá na cabine do Henry
aí, da pra ver a cachoeira q você caiu daqui
H: *olha e vê, atravessando um lago, em contraste com as nuvens escuras e estrelas, a cachoeira lá longe, e uma pequena silhueta de uma casinha, onde só se vê a luz da janela
H: ... eu prometo voltar... é sério
isso é só-
*olha pro lago e vê o reflexo do rostinho da ponce, do lusk e da nevaska nas janelas
...
por um bem maior
*pega a página e guarda no bolso
*deita na mesa e dorme
...
*tempo depois
**acorda com um barulho muito alto
H: ????
*levanta
*olha pra fora e vê o trem parado e um pouco de neblina
alô? gente o trem parou
...
*sem resposta, abre a porta
*olha aos arredores e não vê nada
*abre a cabine da ponce e da nevaska
*vê as 2 dormindo, a Nevaska babando de tanto dormir
vish ninguém acordou
*fecha a porta e vai até o maquinista
*abre a porta do maquinista e vê ele dormindo
ué...
*ouve um barulho lá atrás e olha
??(pessoa com capuz marrom escuro): *sai correndo da cabine da nevaska com uma mochila
H: EI *corre atrás da pessoa
*tenta alcançar a pessoa
??²(um cara com orelhas cinzas e olhos azuis escuro): *aparece na frente do Henry derrubando ele
H: que?? quem são vocês?
*levanta
??²: ah... só... ladrões de trem
H: essa mochila não é de voces, vocês sabem disso né?
??²: agora é, então vê se não enche o saco
H: *abre a porta da cabine do lusk
Lusk, lusk, lusk LUSKKK
??²: ele não vai acordar, a minha amiga aqui botou todo mundo pra dormir
*aponta pra ??¹
inclusive... eu ainda não sei por que você tá acordado
H: eu sou imune a ilusões
*puxa a espada
??²: filosófico
mas não é imune a mim
H: *cai no chão do nada
??²: *faz uma força de gravidade em cima dele empurrando ele pra baixo
você não consegue nem se levantar depois disso?
H: assim não né fi
*olha pra ??¹
*troca de lugar com ela
??²: °°
H: *tenta segurar o ??²
*aponta a espada pra ele
devolve o que tu roubou.
??²: *segura a mão do henry e lança uma rajada de choque nele
H: *leva o choque e perde a chance de atacar
??²: *empurra ele na parede e segura pelo pescoço
... hm gostei de você
*da um socão na cara dele
H: *apaga
**no dia seguinte
H: *acorda
hmmm.... *vê a mesa, tudo onde ele tava antes
foi só um sonho?
*olha pro lado e vê a mochila da Nevaska
....?
que
Ne: *abre a porta
finalmente tu acordou hein-
EI
Q Q A MINHA MOCHILA TA FAZENDO AQUI
EU TAVA DESESPERADA PROCURANDO ELA SEU SAFADO E VOCE PEGOU
H: eu não peguei nada aqui
Ne: o que você queria na minha mochila?
H: de noite, uns caras vieram aqui e roubaram umas coisas
Ne: conta outra, eu teria acordado
H: hmph...
L: VAMO ACORDAAAAA
NINGUEM GANHA DINHEURO NA CAMA JA QUE ESTAMOS EM TEMPOS MEDIEVAAAIS
P: bom dia
Ne: o trem já vai parar
**trem para
**todos descem e olham nos arredores, uma vila muito linda, cheia de estátuas, uma torre do relógio enorme, uma esfinge, e muitas casas extremamente bonitas (não é na areia)
H: onde estamos?
Ne: na vila da MayGabi
**entram na vila
H: ninguém desceu com a gente?
Ne: não são muitos dias que as pessoas vem aqui
experiência própria
H: mas aqui é tão lindo...
??³: oi?
*aparece na frente deles
bom dia sr (uma menina com duas mechas amarelas, e uma roupa vermelha)
??⁴: fala aí (um cara com moletom preto, e um cabelo preto, e olhos azuis[tô me orientando pela skin])
Li: meu nome é Lily sejam bem vindos a vila
Hb: e o meu nome é hbiujkbn
Li: marrapais já manda o nome inteiro?
L: MANO que maneiro
H: WOOOW
P: *olha pra Lily
hmmmmm...
No próximo episódio de Najiyu:
Najiyu Ep 8 A rainha dos gatinhos
🐈
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2020.09.10 00:07 cutiemango_lover Tenho 20 anos, ainda sou virgem, tenho medo de "perder", sou muito tímida e levei um fora que acabou comigo

Ta, n sei por onde começar, então só vou contar a história que fez minha confiança ir de 0 pra - 1.
Eu sempre tive a convicção que iria perder a virgindade com alguém q significasse algo pra mim, porque eu n quero que seja uma péssima experiência e pq acredito que, pra que seja boa, a pessoa tem q pelo menos se importar comigo. Sempre fui muito tímida, totalmente travada e, mesmo tendo plena convicção q sou hétero, só consigo me relacionar "bem" com homens se estiver bêbada. Com "bem" quero dizer simplesmente ter uma conversa normal, flertar normalmente, entende? Olhando nos olhos, conversando, trocando ideia naturalmente, essas coisas...Geralmente, fico muito insegura e receosa quando estou conhecendo alguém. Teve um dia, na faculdade, que um cara aleatório ficou me encarando. O campus é enorme e n conhecia essa pessoa, mas o achei bonito. Tentei segurar a vontade de rir, mas n deu, aí óbvio que ele entendeu isso como correspondência (e era mesmo). Dps de um tempo, coincidentemente nos encontramos de novo e começamos a ficar.
Ele era muito sem filtro (o total oposto de mim) e, por algum motivo, pouquíssimo tempo depois de nos conhecermos eu me sentia bem confortável com ele. Acho q era porque ela falava muita besteira. Eu só ria e ignorava, mas foi isso q fez com que eu 'destravasse' um pouco. O problema é que n parecia q ele me via com nenhum romance. Como posso explicar? Pra ele, eu era só uma gostosa, entendeu? Inclusive, sempre que ele ia me elogiar eram coisas do tipo "Nossa, fulana, você é muito gostosa" "Nossa, seu corpo é maravilhoso", etc. Teve um dia que eu me irritei e falei "Pq vc é assim? Eu n sou só gostosa! Tbm sou inteligente, engraçada e várias outras coisas. Vc toda vez só fala isso. " Isso me magoava pq eu queria q ele me visse da mesma forma q eu estava começando a ve-lo e não ficar falando daquele jeito idiota.
Quando ficávamos, ele sempre queria ir além e além e além. Muitas vezes eu deixava pq n queria q ele me achasse uma chata e tbm n sou nenhuma santa, mas geralmente era meio demais. A primeira vez q saímos fora da faculdade era pra ser pelo menos um pouco romântica, imagino; mas só q no meio da rua ele ficou querendo botar a mão por baixo da minha roupa. Tava de noite e o lugar era deserto, mas mesmo assim! Eu fiquei falando que não, que não queria e ele usava tudo q pudesse pra me convencer. Ficou lá falando maior tempão, me manipulando, fazendo mil promessas...Ele sempre fazia isso.
Teve um dia que estávamos juntos e realmente quase chegamos lá, até hj, foi o contato mais íntimo que já tive com alguém. O clima esquentou e de repente, já estávamos um em cima do outro, mas na hora, me deu medo dele me largar assim que eu fizesse o que ele queria e eu já gostava dele. Eu nunca me senti bem com nenhum outro cara, como me senti com ele. Sempre que algum garoto me tocava, a tendência era eu me esquivar, mas com ele tudo parecia muito certo. Só q nesse dia, por causa desse meu medo, mesmo estando lá, eu desisti bem na hora e disse q não queria passar do que já tínhamos feito até o momento (eu entendo que isso pode ser muito frustrante, até um vacilo da minha parte e me senti muito mal dps por ter negado tão em cima da hora assim, mas pelo desfecho da história, atualmente n me arrependo) Óbvio que ele tentou de tudo pra me convencer, até pq, já estávamos la ne. Mas eu disse q n queria, que n estava me sentindo confiante e que não adiantava insistir, eu n ia deixar. Depois de muita conversa, ele aceitou e, pelo menos pra mim, foi bom esse dia. Eu tentei viver o momento, pq de certa forma, lá no fundo eu já percebi q dps dessa ele n ia mais querer saber de mim. E foi isso mesmo. Ele n me procurou mais, começou a me evitar e ser um grosso, então, mesmo triste, parei de procurar tbm.
Aí do nada, ele me chamou pra sair de novo. Eu, q sou uma burra, aceitei (até pq, a essa altura já gostava dele) Saímos e, enquanto estávamos comendo e conversando, ele simplesmente começou a falar de outra menina!!! Eu fiquei perplexa enquanto ele falava que n estava mais falando com um amigo dele pq ele tentou ficar com a menina q ele ficava. Quando penso sobre esse dia, n consigo entender pq n levantei e fui embora ali mesmo, mas, por algum motivo, eu fiquei lá. Depois disso uma menina postou fotos marcando ele. Eu perguntei se ele estava namorando pq no dia anterior me implorou por nudes, fez tudo que era promessa, disse q gostava de mim e etc.. Ele disse q não e eu n acreditei e parei de falar com ele.
Vários meses depois, ele me mandou mensagem de novo. Fiquei toda animada, mas estava no estágio, então esperei até o final do expediente pra olhar. Sabe quando vc quer guardar algo bom pra depois, pra poder saborear melhor? Foi tipo isso. Fiz tudo q tinha que fazer e deixei pra olhar só na hora de sair. Pensei q ele iria me chamar pra nos vermos ou simplesmente querer saber de mim, já que há um bom tempo n nos víamos. Quando fui ver a mensagem, estava na rua e ele escreveu, assim, diretamente: "Ainda não comecei a namorar (com a outra garota*). Quer fazer uma loucura comigo antes?".
Eu vi aquilo e nem acreditei, comecei a chorar no meio da rua mesmo. Me senti um lixo, uma coisa. Um objeto completamente inútil. Eu nem sei descrever o sentimento, foi horrível. Tbm me senti muito tonta e humilhada por ter ficado feliz antes. Nem ia responder, mas respondi e disse pra ele nunca mais me procurar. Dps bloqueei. Só q no Facebook, vi q ele faz com a menina tudo q nunca fez comigo.
Tudo que eu praticamente implorava pra ele fazer (e ele nunca fez), com ela, ele faz de forma aparentemente espontânea. Fala coisas bonitas e é super carinhoso. Como eu, ela tbm é artista. Na conta de artes dela, ele elogia todos os trabalhos, cita mil qualidades e é um fofo. Eu sei que parece uma coisa super boba pra me desestabilizar tanto assim, mas a verdade é q isso acabou comigo. Me destruiu. Minha inseguranças aumentou e me senti incapaz de ser vista de maneira romântica. Agora, meu medo de me relacionar aumentou ainda mais, pq as chances de acontecer a mesma coisa são grandes. Eu me sinto indigna de um relacionamento e de alguém que goste de mim e acho q nunca mais vou encontrar alguém q me deixe confortável como essa pessoa me deixava e que nunca vou experimentar um sentimentos plenamente correspondido. Foi isso, desculpa o textão e desabafo, mas tava meio engasgado. Às vezes eu esqueço, mas quando me sinto mal comigo mesma, essa é uma das primeiras coisas q lembro e fico gastando minhas noites chorando por algo q n vai mudar... Parece q é só comigo, tipo um castigo, mas sei q n. Só q às vezes é difícil de enxergar...
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2020.09.09 16:41 futebolstats Ana Lorena Marche assume direção de futebol feminino em São Paulo

Nesta terça-feira (8), Ana Lorena Marche falou pela primeira vez como diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol (FPF). A dirigente, que coordenava o respectivo departamento na entidade, substitui Aline Pellegrino na direção, já que a antecessora assumiu a recém-criada coordenação de competições da modalidade na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
"Estou há oito meses na casa e sempre aprendendo. É difícil citar uma só [característica de Aline]. Ela olha para o todo, é estratégica. Pensa fora da caixinha, na massificação; entende que o futebol feminino é um produto que tem de ser pensado de maneira diferente. Uma peneira pode não fazer muito sentido no masculino, mas, no feminino faz total sentido nesse momento em que vivemos", afirmou Ana Lorena durante entrevista coletiva por videoconferência, mencionando a seletiva realizada pela FPF para o Campeonato Paulista sub-17, que reuniu cerca de 600 meninas, entre 14 e 17 anos, no ano passado.
Segundo a diretora, atrair garotas mais jovens à modalidade é uma das missões no cargo. "Esse ano, teríamos o [Paulista] sub-15, mas veio a pandemia [do novo coronavírus]. No ano que vem, se tudo melhorar e tivermos segurança, pretendemos realizar o sub-15 e aumentar os festivais das categorias menores, para que possamos atingir mais lugares no estado, e que elas [meninas] não tenham o festival em só uma ou duas datas no ano. Queremos, também, conversar com as escolas e o governo estadual. São parcerias interessantes para massificar a modalidade, ensinar as meninas a gostarem mais de futebol", detalhou.

Ver essa foto no Instagram
Essa imagem descreve bem o trabalho da Aline, multitarefas, dedicação total e uma paixão incrível por transformar o futebol de mulheres!! Meio maluca as vezes, rs. Mas cheia de ideias mirabolantes e geniais. Parabens, vc merece!! Sempre foi um prazer trabalhar ao seu lado, obrigada por todo aprendizado e confiança. Pode ter certeza que a parceria continua!
Uma publicação compartilhada por Ana Lorena Marche (@ana_lorena_marche) em 3 de Set, 2020 às 8:25 PDT
Educadora física de formação, Ana Lorena chegou à FPF em dezembro, após duas temporadas coordenando o futebol feminino da Ferroviária. Na gestão dela, as Guerreiras Grenás foram campeãs brasileiras e vices da Libertadores em 2019. Até por isso, a nova diretora da modalidade na entidade entende que o interior do estado tem potencial a ser explorado.
"[As cidades de] Franca, São José do Rio Preto, Araraquara e Botucatu foram grandes formadoras e continuam sendo. Boa parte da base de alguns clubes é de meninas que vieram daí. Então, é olhar e valorizarmos cada vez mais. Pensarmos cada vez mais em festivais [sub-14] como os dos dois últimos anos em Araraquara, e levá-los a outras regiões do estado onde o futebol não é tão desenvolvido; fazer que mais cursos de capacitação cheguem nesses locais. O estado é gigantesco, com uma população enorme. Há muita coisa a ser feita", planejou.
"Ainda temos de quebrar mais e mais barreiras para inserirmos mais meninas e mudarmos a percepção de marcas e dos clubes. Nem todos [os clubes] fazem uma gestão [do futebol feminino] pensando no todo. Para isso, teremos que ter muita resiliência, como Aline teve nesses quatro anos. Acho que é um dos grandes feitos dela, ter movido uma federação inteira em prol da modalidade, e não só o departamento", concluiu.
O post Ana Lorena Marche assume direção de futebol feminino em São Paulo apareceu primeiro em Futebol Stats.
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2020.09.09 15:22 DistributionExact557 Fiu babaca a chamar a menina de babaca por ter zuando minha depressão

Olá turma luba editores turma gatas e etc... tudo bom? Então o ano era 2016 eu era nova no colégio e logo fiz amizade com uma guria, vamos chamar de jess agente ficou muito amiga mais a treta aconteceu em 2018 ela sempre foi insuportável queria que tudo girasse em torno dela mais eu sempre fui tímida entao nunca fui muito de fazer exposed nem barraco mesmo sabendo de tudo, um certo dia uma menina veio falar comigo porque eu estava vendo lá casa de papel no intervalo do colégio, agente ficou conversando sobre a serie e a jess chegou lá, só que ela não assitia lá casa de papel, então óbvio que ela ficou de fora ps: tenho depressao ansiedade e o meu refugio sempre foi o seus vídeos. Ela ficou muito brava por eu estra fazendo "amizades" pois só tinha ela de amiga, no outro dia ela não queria nem olhar na minha cara, e começou a falar mal de mim para o colégio inteiro, eu era timida e não tinha amigo então não tinha como me defender, ela fez isso por 1 ou 2 meses, passava os recreioz trancada no banheiro cheguei a não participar das olimpíadas do colégio, num certo dia um garotos começaram a me zuar poise eu nao queria mostra oque eu estava escondendo embaixo do meu casaco num sol de 25 graus, eu com raiva tirei a blusa e mostrei os meus curativos no meu pulso, sim eu me cortava, a atenção virou toda para mim naquele momento, ela não aguentou e disse: isso e falso sua depressiva estúpida. Naquele momento eu não me aguentei e disse: cala a sua boca sua desgraçada, ela saiu chorando e fiu a culpada no final, emfim ela saiu do colégio e hoje tenho vários amigos, minah depressão esta sendo controlada. Fui a babaca por ter chamado ela de desgraçada na frente de todo mundo no recreio?
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2020.09.06 23:51 humanaaaa Transição capilar e racismo

A, 16
Estou na transição há 7 meses, tenho o cabelo crespo (3c/4a, acredito) e a minha família não me apoia de jeito nenhum.
Eu venho de uma família que constantemente se recusa a aceitar a sua ancestralidade e isso é um saco. Quando atribuem à minha avó paterna alguma responsabilidade genética na textura do meu cabelo ela se isenta e joga para o outro lado (o materno), sempre assim. Não atoa, todas a minhas tias e primas alisam.
Hoje mesmo o meu pai, após um olhar de desprezo, disse que prefere muito mais a parte lisa do meu cabelo (que está parecendo um vassoura, diga-se de passagem) e aquilo me doeu muito, pois para ser da forma que ele gosta eu tive que passar por vários processos que chegaram até mesmo a me causar ferimentos no couro cabeludo, problemas respiratórios e de autoestima. Eu não aguento mais ele falando também que eu vou ficar horrível, que nunca vou conseguir um relacionamento e, o pior, que nunca vou ter um emprego por causa disso. A minha mãe também faz comentários do tipo, mas os dela são bem menos pesados. Eu sempre ignoro, mas no fundo machuca sim.
Na infância sempre fui chamada de cabelo ruim, duro, bucha, bom brill e essas merdas que nunca se deve dizer pra uma criança. Uma vez até chorei na escola quando tinha uns 8 anos, porque eu não podia usar solto como as outras meninas. Quando alisei pela primeira vez eu achei lindo, eu me achei linda pela primeira vez na vida. Mas depois isso passou para um sentimento de dependência, como se fosse uma droga. E como toda droga tem a sua consequência, a minha também teve: o meu cabelo que eu achava lindo ficou todo detonado, não recebia hidratação, parecia palha. Comecei a me achar horrível. Então isso se somou à pandemia e eu vi nessa situação a hora perfeita para iniciar a transição. Se é para me achar feia, que seja sem gastar com alisamento, que uma coisa super fútil se for comparar com outras prioridades. Mas não acho que vá ficar feio não, sou graduada em cuidados capilares pelo YouTube e já sei arrumar ele (apenas na teoria, mas ainda vale).
Vou cortar quando completar os 8 meses (pois ele está me dando muito trabalho), porém estou com um pouco de medo de chocar as pessoas após o término da quarentena, pois sairei dela com uma aparência completamente nova. Mesmo assim me mantenho determinada a passar por isso.
Escrevi aqui só para externalizar o que estou sentindo, quero evitar brigas ao máximo, já que só tenho minha família de companhia no momento e meus amigos não falam mais comigo (quase posso dizer que não tenho amigos, mas isso é assunto para outro post).
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2020.09.04 22:46 Milk_Batata Minha amiga é babaca por ter hackeado um FUCKING celular? IABAHSJSH

Olá pessoas vivas e mortas (introdução pequena, sorry ;w;) Hj eu quero falar sobre um assunto super merda q está acontecendo, além de q, minha amiga está mandando mensagens para mim.
ATENÇÃO: Está escrito •JULGAMENTO• mas não é para sla quem julgar ok? Tbm o nome ali em cima deveria ser •MINHA EX-AMIGA É BABACA•, mas o Reddit não me deixa mudar
 Título: 
ಠ_ಠ 🙄Meninas Brabinhas 🙄 ಠ_ಠ
Ok, minha amiga mandou no grupo da Escola (sla pq) q ela tinha hackeado o cell de alguém e tava super se achando. Aí blz...a gente tava duvidando e bois pergunto o pq ela hackeou o bagulho lá, ela explicou uma menina aleatória mandou um “vagabunda e vadia” para ela, tipo....A RAINARA (minha amiga -_-) NEM CONHECIA ESSA GURIA!! Rainara ficou brava e CLONOU o whats da mina lá e mandou um monte de merda para a FAMÍLIA INTEIRA da garota. O pessoal do grupo ficou meio: Caralho pra que?
A admin do grupo disse q isso era invasão de privacidade, desrespeito e tudo mais, Rainara ficou putinha demovo e falou: Acho q vcs estão exagerando neah? Ñ precisam ficar tão bravos assim, a menina q começou bla bla bla bla
Outra garota q estava no grupo disse q ela achava q a atitude da Rainara foi péssima, pq a Rainara tbm ameaçou a Rainarissa de hackear e ela ficou com muito medo e muito insegura.
Como estávamos em um grupo da escola, fizemos outro e discutimos lá. POR CAUSA DO RPG, aprendi a olhar varias situações de maneiras diferentes, ent fiz um monte de perguntas e usei esse sistema de “Vc foi babaca” “todos foram babacas” e etc.
Novamente, Rainara ficou mais brava e disse q ela merecia e ela só fez por “auto defesa”....
Eu disse q tds são babacas, mas tbm q ela foi super infantil, ela poderia ter simplesmente bloqueado a guria, porém Rainara insistia q ela fez o certo.
EDIT: Gente, agr pouco aconteceu o seguinte: Uma pessoa falou q conhecia a garota (pq a Rainara mandou um áudio da garota implorando por desculpas) e queria saber o nome, minha amiga estava super estressada e mandou um print dela perguntando as coisas é uma frase circulada escrita “De boas, eu te desculpo” e quando ela mandou esse print, ela ficou tipo: PAREM DE ME IRRITAR, VCS Q SE INTROMETERAM, EU NEM CONHECIA A GURIA!! QUAL O PROBLEMA DE HACKEAR O TROÇO DELA? ELA JÁ ME DESCULPOU SEUS ESTRESSADINHOS
Ela falou q não era para a gente se intrometer, sendo q ela mandou o negócio NO GRUPO DA ESCOLA!! COMO ELA QUER Q A GENTE NÃO SE INTROMETA?? AH!! TEM MAIS!! ELA FICOU SE FAZENDO DE NICE GIRL DIZENDO PARA A GENTE PARAR DE JULGAR (um pessoal tava falando q ela estava sendo muito desrespeitosa, infantil e ignorante, ela ficou braba) ELA E Q ESTAVA “OFENDENDO” ELA!! Quer saber? ISSO NÃO É MAIS JULGAMENTO!! Vou mudar para Nice Peoples
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2020.09.02 18:25 marvinpls desabafos de um LEIGO e AZARADO com iniciação científica na faculdade (parte 1?)

É textão galera, contarei algumas fofocas da minha área, do meu grupo atual de pesquisa, e da minha tristeza dentro dele. Decidi fazer esse post porque neste exato momento estou numa reunião de entrevista para novos integrantes (online), e comecei a viajar sobre a trajetória que fiz nesses 2 anos e meio de estudo.
Tenho 22 anos, atualmente no 11° período (risos), sou homem (isso será relevante depois), e faço psicologia. Nem tudo foi culpa minha, mas assumo que fiz parte do problema.
Em 2018 eu decidi entrar num grupo de pesquisa.
Era mais ou menos em agosto/ setembro, e decidi encher o saco de uma coordenadora de pesquisa no facebook sobre seu grupo na faculdade. Soube por alunos que havia bolsa, que fazer pesquisa era legal, e que poderia incrementar o currículo no futuro. Eu estava no 5° período se não me engano, e meu maior motivador eram os artigos que andava lendo na época sobre vídeo game e psicologia evolucionista (uma síntese entre psicologia, sociologia e biologia).
Depois de um mês esperando e enchendo saco, consegui uma avaliação.
Era uma avaliação simples, haviam apenas 4 perguntas e eram coisa boba sobre interesse, o que eu já havia produzido antes e yada yada. Achei estranho pois em alguns lugares entrar pra pesquisa era mais complicado, e havia entrevista também. Depois de muito tempo fui entender o porquê.
Eu posso dizer que tudo começou com a escolha do projeto de pesquisa, acho que foi aí que começou a bola de neve de problemas, a turbina em chamas do Donnie Darko, ou o momento em que Evan conheceu a Kayleigh em Efeito Borboleta.
Fui orientado à escolher um projeto de pesquisa que já estava em andamento. Haviam vários temas, desde cirurgia bariátrica, porte de arma de fogo e... vídeo game.
Vou ser bem sincero, acho que essa foi a pior escolha que fiz na vida. Vídeo game? Sério? Não tinha uma escolha mais... sei lá, interessante?
Na verdade era. Ainda acho na verdade. Não vou descreditar a área de pesquisa em vídeo games, não faz o menor sentido. Estou produzindo ainda material, e vejo que virou um assunto 'pop' ano passado com a nova adição do CID-11 de transtorno de vídeo game.
O projeto de pesquisa era testar um aplicativo de celular bastante popular que prometia um "melhoramento cognitivo", que em miúdos era tipo deixar você mais "esperto". O projeto era muito difícil, muito mais difícil que qualquer trabalho naquele grupo.
Mas difícil significa que dá pra fazer ainda, né? Não. Não dependia só de mim. Eu e meu grupo (inicialmente composto por 4 pessoas, eu e mais 3 mulheres) tínhamos que conseguir 60 pessoas que QUISESSEM jogar a porr# de um jogo de celular chato pra cacete, inicialmente durante 2 MESES, e ainda havia aplicação de testes psicométricos no começo e no final do treinamento (que demoravam 1hr e meia pra ser concluído, era exaustivo pra caralho).
O mercado de aplicativos de celular é extenso. Na verdade, existe promessa de vídeo game te deixar mais esperto desde a década de 80, com um jogo da Nintendo. Mas esse se dizia ~cientificamente confiável~, e nosso trabalho era justamente testá-lo.
Era minha primeira experiência com produção de material, e estava super animado, mas não era um trabalho só exaustivo pra pessoa. Eu tinha que achar a pessoa interessada (o que era muito difícil), marcar com ela, separar um dia com folga pra fazer os testes, muitas vezes o teste era dividido em dois, totalizando 2 semanas pra começar o treinamento. Esses testes psicométricos eram importantes para avaliar como a pessoa estava antes do treinamento.
Ela treinava por 2 MESES, dias intercalados (o que dava 1 mes jogando no celular), e tinha de ser 1 hora de jogo, que era MUITO CHATO. Sabe aqueles jogos super simples tipo memória, adivinhar uma sequência de números e tal? Então, eram vários desses. E no final, passava-se os mesmos testes do começo, que poderia demorar 2 semanas também, mas se a pessoa quisesse fazer tudo num dia, poderia.
Óbvio que deu errado. O projeto não era tão impossível de fazer, só éramos as pessoas erradas. Normalmente em projetos trabalhosos como esses, são feitos por laboratórios grandes, com um número de participantes grande também. As pessoas passam por uma triagem melhor também, com tempo de folga, e as vezes até são incentivados de uma forma ou outra... mas o nosso não, eram de amigos ou pessoas da faculdade. Alguns amigos se propuseram de fazer, mas foi enfadonho demais.
Material psicométrico é caro. Alguns nem tanto, mas alguns são bem caro. Procurem aquele teste de Rorschach, só as pranchas são quase 800 reais, visto que são importados. Os que eu usava eram R$150, eram vários cadernos que NÃO PODERIA SER RABISCADO. E rabiscaram. A culpa ficou nas minhas costas, mas felizmente não tive de pagar (eu não sei nem como iria arrumar essa grana, afinal universitário é tudo duro, pelo menos do meu círculo era).
Nesse dia foi engraçado. Estava fazendo com duas mulheres, elas pareciam até contentes com o teste, ficaram brincando sobre as questões e conversando comigo. Achei super legal por parte delas de participar de um negócio tão chato. Fiz todos os procedimentos, ressaltei a importância de não rabiscarem o caderno, e que as respostas eram anotadas numa folha separada.
Elas entenderam. Quando viro a cara pra olhar o celular, tá lá a menina marcando tudo de CANETA no caderno. Tive um treco.
Primeiro que o material era caro em si, e segundo que alguns deles não eram meus, nem da coordenadora, e sim da universidade. Ou seja, o problema era maior, porque eu teria que levar na coordenação, pagar pelo material, etc. Por sorte, a minha coordenadora aliviou pro meu lado, e disse que ela resolveria isso.
Outro caso foi com uma senhora. Todos os dias de treinamento a pessoa tinha que me enviar prints por whatsapp contendo os resultados do treino. Muito, mas muito raro as pessoas enviavam todos os dias necessários, e fazia com que 2 meses virassem 3 de tanto que as pessoas começavam a deixar de fazer, ignorar a gente, fazer menos tempo que deveria, e por aí vai...
Mas com essa senhora foi mais difícil ainda. Ela tinha dificuldade com o aplicativo, e tive de marcar vários dias na faculdade pra ensiná-la a jogar e mexer no app. Confesso que eu mesmo não manjava tanto.
Ela dizia que entendia, sabia como printar, e me enviaria. Ela até foi mais esforçada que as outras pessoas que se prontificaram, só que tinha um outro problema. Quando a pessoa não treinava direito, o app não reconhecia os resultados, e assim não dava as paradas que precisávamos computar.
Ela dizia que jogava por 1hr e não gerava resultado. Eu pedia pra que jogasse mais uns minutinhos pra ver se saía, e não vinha nada rs. Ela se dizia frustrada, tava tomando muito tempo do dia dela, e ela ficava com dor de cabeça.
Fiquei muito triste, mais ainda porque não queria fazer ela se sujeitar à isso, e também porque eu estava perdendo um tempão fazendo as pessoas me cumprirem um favor chatíssimo.
Projeto de pesquisa ruim, e agora sobre os integrantes...
Eram 4 pessoas. Duas meteram o pé 1 mês depois que eu entrei no grupo. Uma delas estava terminando a faculdade, e disse que estava muito ocupada para se envolver com grupo de pesquisa. Até hoje não sei se era verdade, mas tudo bem, cada um sabe onde o calo aperta.
A segunda menina saiu porque havia arrumado um em estágio remunerado. Fico feliz por ela, e ao mesmo tempo com inveja kkk ("inveja branca", como dizia minha mãe) queria muito ter conseguido um também. O problema é que ela era a mentora da parada, e ela tinha muitas fichas importantes sobre o projeto que ela >não deu pra gente quando saiu<. Ela vazou e ficou de mandar algumas paradas importantes, como fichas de pessoas que já haviam feito todo o treinamento. Enrolou por vários meses, e no final não entregou porque não sabia onde estava. Ou seja, parte do progresso havia sido perdido.
Restou eu e uma outra menina que era super interessada e participativa. Ela ainda está no grupo comigo hoje.
Como o texto tá grande pra caralho, vou deixar assim mesmo. Ainda tem bastante coisa pra contar, mas se calhar de uma parte 2, eu escrevo e mando aqui depois. Espero não estar enchendo o saco de vocês com um textão desse, vou repensar se continuo desabafando sobre esse problema kkk.
submitted by marvinpls to desabafos [link] [comments]


2020.09.02 15:21 loveeyourselff a barata da perna

Ola lubixco, papeloes, editores e turma que está a ver! Hoje vou contar minha história, que só para avisar aconteceu ANTES da quarentena ok???
Bem, eu fazia parte de um cursinho de dança e as meninas de lá sempre me ignoravam e nunca falavam comigo. Mas mesmo assim queria falar com elas, especificamente um grupinho de 3 meninas, vamos chamá-las de Raynara, Raynarinha e Carlsnara. Num dia após o treino, fui pra uma sorveteria em frente ao lugar do curso e começou a chover pesado. Tinha esquecido o guarda-chuva e fiquei tipo em baixo de uma tenda que tinha na sorveteria (ficando do lado de fora). Enquanto tomava meu sorvete e estava esperando minha mãe, tinha uma moça que tava vendendo alguma comida na rua e num momento só ouço a mulher falar:
-com licença moça...tem uma barata na sua perna
Na hora dei UM GRITO Q MINHA VOZ GROSSA FICOU FININHAKKKKK Na hora balencei minha perna como uma DOIDA enquanto gritava. Além de todo mundo olhar pra mim a Raynara, Raynarinha e Carlsnara passaram NA HORA!! Pelo oq entendi elas tavam numa lanchonete ao lado da sorveteria, isso só tirou todas as chances de amizade que tinha com elas. Lavei minha perna feito uma condenada.
essa foi minha história, e diz a lenda que ainda estou balançando a perna.
submitted by loveeyourselff to TurmaFeira [link] [comments]


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